Segundo ele, a diferença está no fenótipo, isto é, na forma como a doença se manifesta. A célula tumoral, por mutações acumuladas, perde a capacidade de produzir melanina. Uma das hipóteses mais aceitas envolve alterações em uma enzima chamada tirosinase, essencial na cascata bioquímica que leva à formação do pigmento. Sem essa produção, a lesão pode surgir avermelhada, rosada ou até passar despercebida.

