Veja as principais notícias no MODO STORIES
Remo garante empate heroico contra o Grêmio com um a menos
Torcida do Bahia faz mosaico para Everton Ribeiro, que se curou de um câncer na…
Resultados de futebol ao vivo
Dorival Júnior é demitido e deixa o comando do Corinthians
“Não são bem-vindos”: restaurante posta sobre israelenses e gera críticas
Presidente do NBB projeta futuro da liga: “Entretenimento”
Operações asfixiam tráfico e bloqueiam 29,5 milhões em bens do crime | Cliquef5
Calderano cai para chinês na semi e leva bronze na Copa do Mundo
NOVA MUTUM CLIMA
Publicidade Nova Mutum

Irã usa crise econômica como estratégia de guerra contra EUA e Israel


O pesquisador do Núcleo de Estudos do Oriente Médio da UFF, Rodrigo Ayupe, defendeu que o Brasil deveria estabelecer um gabinete de crise para enfrentar os diversos problemas derivados do conflito no Oriente Médio. Em entrevista ao WW, o especialista analisou os desdobramentos da guerra e seus impactos econômicos globais.

Segundo Ayupe, desde o início do conflito, o Irã adotou uma estratégia clara de provocar uma crise econômica, reconhecendo sua incapacidade de competir militarmente com as forças dos Estados Unidos e Israel. “O Irã não tem capacidade militar para competir com as forças dos Estados Unidos e de Israel. Mas o Irã pensou muito bem, estrategicamente, que essa era a sua única saída”, explicou.

O especialista destacou que a estratégia iraniana inclui ameaças de bloqueio ao Estreito de Ormuz e ataques a instalações energéticas, tornando o país um protagonista na guerra econômica. “O Irã foi se tornando o protagonista nessa guerra econômica. O fato é que o Irã estava preparado para isso e Estados Unidos e Israel não estavam”, afirmou.

Resistência do regime iraniano

Apesar dos ataques coordenados por Estados Unidos e Israel, que resultaram na neutralização de diversas lideranças, incluindo o líder supremo Ali Khamenei, o regime iraniano não foi derrubado. Mojtaba Khamenei, filho do antigo líder, assumiu o poder e manteve a mesma estratégia, possivelmente de forma ainda mais intensa.

Ayupe ressaltou que o Irã já obteve certa vitória nesse sentido, pois a crise econômica que pretendia provocar já começou a se manifestar desde o início do conflito. Os ataques iranianos passaram de bases militares americanas para instalações de energia, ampliando seu impacto econômico global.

A análise do especialista sugere que o Brasil precisa se preparar adequadamente para os efeitos colaterais desse conflito, que podem incluir instabilidade nos preços de combustíveis, interrupções nas cadeias de suprimentos e outros impactos econômicos que afetariam diretamente o país.



Source link

Publicidade Publicidade Alerta Mutum News

Related Post

Deixe um comentário

O seu endereço de e-mail não será publicado. Campos obrigatórios são marcados com *

Logo Alerta Mutum News