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Irã e Rússia discutem cessar-fogo e Estreito de Ormuz


O ministro das Relações Exteriores do Irã, Abbas Araghchi, conversou por telefone com seu homólogo russo, Sergey Lavrov, nesta quinta-feira (9), ocasião em que os dois discutiram o acordo de cessar-fogo entre o Irã e os EUA e a situação atual do Estreito de Ormuz.

Na conversa, Araghchi “enfatizou a responsabilidade dos Estados Unidos em cumprir seu compromisso de encerrar a guerra em todas as áreas, incluindo o Líbano”, segundo um comunicado do Ministério das Relações Exteriores iraniano.

Araghchi afirmou que a passagem segura pelo Estreito de Ormuz será possível “desde que os Estados Unidos cumpram seus compromissos”.

Araghchi expressou sua gratidão a Lavrov pelo veto da Rússia no Conselho de Segurança da ONU ao que ele chamou de “resolução irracional e unilateral” proposta pelos Estados Unidos para reabrir o estreito.

Entenda a situação do cessar-fogo

A situação do já frágil cessar-fogo entre os Estados Unidos, Israel e Irã está ainda mais confusa, com Teerã acusando Israel de violar o acordo ao lançar um ataque massivo contra o Líbano.

Enquanto isso, Israel e os EUA insistem que o Líbano não faz parte do cessar-fogo com o Irã, divulgado na noite de terça-feira (7), que também previa a reabertura do Estreito de Ormuz.

O acordo previa a suspensão de ataques em todas as frentes por duas semanas, incluindo o território libanês, segundo Teerã.

O primeiro-ministro do Paquistão, país mediador do conflito, Shehbaz Sharif, havia afirmado que o Líbano estava incluído no acordo, mas o Exército israelense declarou que os ataques ao Hezbollah no país continuariam.

Israel realizou nesta quarta-feira (8) o que classificou como o maior ataque ao Líbano desde o início do conflito. Autoridades iranianas afirmaram que suas forças armadas já estão definindo possíveis alvos para responder às agressões e alertaram que, caso os Estados Unidos não consigam conter Israel, o Irã atuará “com força”.

Saiba as últimas atualizações

Israel ataca o Líbano

Israel lançou, na quarta-feira (8), os maiores ataques contra o Líbano desde o início da guerra. Autoridades libanesas afirmam que as ofensivas mataram pelo menos 254 pessoas e feriram outras 837.

Autoridades israelenses disseram que os ataques visaram o grupo Hezbollah, apoiado pelo Irã, enquanto o primeiro-ministro do Líbano afirmou que atingiram civis desarmados. O Irã alega que isso constitui uma violação do cessar-fogo.

O Paquistão, que mediou as negociações e apresentou a proposta de cessar-fogo de duas semanas ao presidente dos Estados Unidos, Donald Trump, afirmou que o Líbano está incluído no cessar-fogo.

Estreito de Ormuz

A IRGC (Guarda Revolucionária Islâmica do Irã) afirmou nesta quinta-feira (9) que a navegação pela importante via navegável diminuiu drasticamente e depois parou, após o bombardeio israelense ao Líbano.

Dados de rastreamento marítimo mostraram que nenhum navio transitava pelo estreito no início desta quinta-feira, após um relatório anterior indicar que o tráfego havia retomado após o cessar-fogo entrar em vigor.

O vice-presidente dos EUA, JD Vance, reiterou que, se o Irã não cumprir a promessa de reabrir o estreito, o cessar-fogo será encerrado.

Termos do cessar-fogo

Para aumentar a confusão sobre os termos do acordo, Vance afirmou que houve três propostas diferentes de 10 pontos. Há a proposta inicial do Irã, que foi imediatamente rejeitada pelos negociadores americanos; uma segunda versão, que Trump aceitou; e uma terceira versão, “maximalista”, que circula nas redes sociais, afirmou ele.

Comentários de Trump

Todos os navios, aeronaves, armas e militares dos Estados Unidos permanecerão “em seus postos, dentro e ao redor do Irã” até que um acordo completo seja alcançado, disse Trump em uma publicação no Truth Social na noite de quarta-feira (8).

O Irã não pode ter “armas nucleares e o Estreito de Ormuz permanecerá aberto e seguro”, acrescentou o líder americano.

No início desta semana, ele disse que preferiria que os EUA, em vez do Irã, impusessem um pedágio aos navios que passassem pelo estreito, antes de sugerir posteriormente que os EUA poderiam estar envolvidos na segurança da hidrovia em uma “parceria” com o Irã.

Antes da guerra, o estreito era uma hidrovia internacional onde não havia cobrança de pedágio.

Negociações no Paquistão

Vance, o enviado especial Steve Witkoff e Jared Kushner irão a Islamabad, no Paquistão, para negociações com o Irã, que devem começar no sábado (11). No entanto, o presidente do Parlamento iraniano alegou que partes da proposta do Irã foram violadas antes mesmo do início das conversas.



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