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Em entrevista exclusiva ao portal Terra MT Digital, concedida na manhã de quarta-feira (25), durante o julgamento, a advogada de defesa Silvia Giraldelli afirmou que acreditava na Justiça, mas não na absolvição do cliente.
Segundo a operadora do Direito, a estratégia da defesa não era buscar a inocência de Paulo Henrique, mas sim que ele fosse responsabilizado dentro do grau real de sua participação no crime.
A advogada destacou que acreditava que o júri aplicaria uma pena justa ao réu, compatível com a sua conduta no caso.
De acordo com a defesa, Paulo Henrique teria atuado apenas indicando o local onde a adolescente Yasmin morava. Após essa informação, os demais envolvidos teriam ido até a residência, realizado o sequestro e levado a vítima inicialmente até a chamada “favelinha”, no bairro Jardim Primavera.
Ainda conforme a linha de defesa, a jovem foi posteriormente colocada em um veículo e levada até uma área de mata, nas proximidades do bairro Tessele Júnior, onde acabou sendo assassinada de forma brutal.
A advogada sustentou perante os sete jurados que a participação de Paulo Henrique se limitou à indicação do endereço da vítima, sem envolvimento direto nas demais ações criminosas.
Outro ponto destacado foi que o réu teria agido sob coação, argumento que também foi levado ao Conselho de Sentença.
família contesta versão
Por outro lado, familiares da vítima apresentaram uma versão diferente durante o julgamento. Segundo relatos, Paulo Henrique teria participado de forma mais ativa e, inclusive, estaria filmando parte das ações no momento do crime.
A divergência entre defesa e acusação foi um dos pontos centrais debatidos ao longo do júri, que terminou com a condenação do réu a 5 anos de prisão em regime semiaberto.
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