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Dia da Mulher: conheça 5 mulheres que marcaram a história da saúde


Ao longo dos anos, muitas mulheres transformaram a história da saúde por meio de estudos, pesquisas e da dedicação ao cuidado humano. Desde o pioneirismo de Florence Nightingale, que revolucionou a história da enfermagem e a organização hospitalar no século XIX, até cientistas como Marie Curie, que abriu caminhos fundamentais para o tratamento de câncer.

A presença feminina foi, definitivamente, decisiva para avanços que salvaram – e seguem salvando – milhões de vidas e continua contribuindo para o crescimento da presença de mulheres na saúde.

Um estudo divulgado pela Demografia Médica no Brasil (DMB), no último ano, constatou que mulheres representam 50,9% dos médicos no Brasil. Pela primeira vez, médicas são maioria entre os profissionais.

A pesquisa reforça que o legado dessas estudiosas continua dando frutos, impactando gerações e impulsionando novos avanços. Conheça a história de algumas dessas mulheres que contribuíram para a saúde que conhecemos nos dias atuais.

Florence Nightingale (1820-1910)

Nascida em Florença, na Itália, no dia 12 de maio de 1820, Florence foi uma enfermeira inglesa, considerada a fundadora da enfermagem moderna e responsável por inaugurar a primeira escola de enfermagem no Hospital Saint Thomas, em Londres.

Ela foi responsável por transformar a prática em uma profissão respeitada. Seu trabalho se destacou principalmente durante a Guerra da Crimeia (1854) por aplicar higiene e estatística, o que reduziu drasticamente as mortes. Ela se destacou no tratamento humanizado e na implementação de medidas sanitárias e de controle por infecções, estabelecendo as bases para a enfermagem contemporânea.

Cecilia Grierson (1859-1934)

Em 1889, ela foi reconhecida como a primeira mulher a se formar em medicina na Argentina e também na América do Sul. Cecilia enfrentou preconceito para entrar na Faculdade de Ciências Médicas de Buenos Aires e conseguiu se formar médica apesar de ser inicialmente rejeitada por ser mulher.

Ela fundou a primeira escola de enfermagem da Argentina, lutou pelos direitos das mulheres e revolucionou a medicina local com práticas de primeiros socorros e obstetrícia. Além disso, fundou a Associação Obstétrica Nacional de Parteiras, a Sociedade Argentina de Primeiros Socorros e a Associação Médica Argentina.

Marie Curie (1867-1934)

Cientista polonesa que se naturalizou francesa e se tornou uma das maiores referências na história da ciência. Ao lado do físico Pierre Curie, realizou pesquisas pioneiras sobre radioatividade e descobriu como isolar elementos químicos, como o rádio e o polônio. Foi seu trabalho que abriu as portas para o uso da radiação no tratamento de doenças, especialmente o câncer.

Em 1903, tornou-se a primeira mulher a receber o Prêmio Nobel de Física. Em 1911, conquistou o Prêmio Nobel de Química, o que a tornou a única pessoa a ganhar esse prêmio em duas áreas científicas distintas. Ela também foi a primeira mulher a lecionar na Universidade de Paris, abrindo caminho para outras pesquisadoras.

Zilda Arns (1934-2010)

Natural de Forquilhinha, em Santa Catarina, ela foi uma médica pediatra e sanitarista, fundadora e coordenadora internacional da Pastoral da Criança. Escolheu a medicina como missão e enveredou pelos caminhos da saúde pública. A médica ganhou destaque por lutar pelos direitos das crianças e pela saúde no Brasil.

No início da década de 1980, Zilda teve uma iniciativa que marcaria a história da saúde pública no Brasil. Na ocasião, estruturou uma rede de solidariedade dedicada à redução da mortalidade infantil e ao enfrentamento da desnutrição. Ela formou milhares de voluntários para atuar diretamente em comunidades mais vulneráveis. O legado de Zilda é marcado pela promoção da dignidade nas regiões mais carentes do país.

Patricia Bath (1945-2019)

Nascida em Nova Iorque, nos Estados Unidos, ela foi a primeira mulher oftalmologista a estar à frente de um programa de residência naquele país. Patricia também foi a primeira oftalmologista a ser nomeada para o corpo docente do Instituto Oftalmológico Jules Stein da Faculdade de Medicina da Universidade da Califórnia em Los Angeles. Além de ter sido a primeira mulher eleita para o quadro honorário do Centro Médico da UCLA, em 1983.

A cientista especializada em laser foi uma pesquisadora inovadora e defensora da prevenção, tratamento e cura da cegueira. Entre suas realizações, destacam-se a invenção de um novo dispositivo e técnica para cirurgia de catarata, conhecido como laserfacoemulsificação, e a criação de uma nova disciplina chamada “oftalmologia comunitária”.

 



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