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China aposta em diplomacia para restaurar a paz no Oriente Médio


O principal diplomata da China tem se dedicado a telefonemas pedindo esforços internacionais conjuntos por um cessar-fogo e para garantir a passagem segura pelo Estreito de Ormuz, buscando se posicionar como um mediador confiável.

O ministro das Relações Exteriores, Wang Yi, manteve quatro rodadas de conversas consecutivas com a chefe da diplomacia da União Europeia, Kaja Kallas, além de falar com seus pares da Alemanha, Arábia Saudita e Bahrein, na quinta-feira (2).

Os telefonemas aconteceram no mesmo dia em que Donald Trump fez seu primeiro pronunciamento nacional sobre o Irã, afirmando que a guerra está “quase concluída”, mas também sinalizando que está disposto a intensificar ações militares.

“Um cessar-fogo é o pedido mais forte da comunidade internacional e a solução fundamental para garantir a navegação segura pelo Estreito de Ormuz”, disse Wang a Kallas.

Em conversa com o ministro das Relações Exteriores da Alemanha, Johann Wadephul, Wang classificou China e Alemanha como “grandes potências responsáveis” que devem ter um papel “construtivo” na restauração da paz.

Em contatos separados com os ministros da Arábia Saudita e do Bahrein, ele afirmou que o fechamento efetivo do Estreito de Ormuz é um “efeito colateral” da guerra e disse que Pequim está disposta a proteger os interesses de países pequenos e médios.

A sequência de telefonemas ocorre depois que a China divulgou, na terça-feira, uma declaração conjunta com o Paquistão sobre “restaurar a paz”, país que se tornou um mediador-chave no conflito.

A iniciativa de cinco pontos apresentou a posição mais detalhada de Pequim até agora sobre como resolver os conflitos, incluindo pedido de “cessar-fogo imediato”, negociações de paz “o quanto antes” e uma paz duradoura com apoio da ONU.



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