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Caso Renato Nery: investigação comprova pagamento de R$ 215 mil por morte de advogado em Cuiabá




Advogado Renato Gomes Nery, de 72 anos
Divulgação
A Polícia Civil rastreou R$ 215 mil ligados ao pagamento pelo assassinato do advogado Renato Nery, morto em julho de 2024, em Cuiabá. O valor foi identificado após a quebra de sigilo bancário autorizada pela Justiça, conforme divulgado nesta sexta-feira (13).
As investigações apontam que, inicialmente, a empresária Julinere Goulart Bastos, apontada como uma das mandantes do crime, realizou, no dia 4 de março de 2024, uma transferência de R$ 200 mil.
O valor passou por contas de terceiros, em uma sequência de movimentações financeiras utilizadas para ocultar a origem e o destino final do dinheiro.
Confira a cronologia abaixo:
4 de março de 2024 – A empresária investigada realizou transferências que somam aproximadamente R$ 200 mil, com valores passando por contas de terceiros
5 de março de 2024 – Parte do dinheiro foi usada para a compra de um veículo no valor aproximado de R$ 115 mil, registrado em nome de terceiro
5 de março de 2024 – Também foram transferidos R$ 40 mil para a mãe de um dos investigados
6 de março de 2024 – O restante do valor foi encaminhado para a conta do próprio investigado
8 de março de 2024 – Foi identificado pagamento direto de R$ 15 mil da suspeita apontada como mandante ao segundo investigado
12 de março de 2024 – Um dos investigados prestou depoimento confirmando a dinâmica do pagamento pelo crime
Quebra de sigilo bancário autorizada pela Justiça permitiu rastrear o fluxo financeiro
A análise identificou movimentações fracionadas e uso de intermediários, indicando possível lavagem de dinheiro
O total rastreado nas movimentações relacionadas ao crime chegou a R$ 215 mil
Diante das evidências reunidas, o rastreamento do fluxo financeiro e os depoimentos colhidos, a Polícia Civil concluiu que o caso se trata de crime de mando, caracterizado pelo pagamento para a prática de homicídio qualificado.
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Quem são e como agiram os investigados
César Jorge Sechi e Julinere Goulart Bastos – mandantes do assassinato;
Caseiro Alex Roberto de Queiroz Silva – atirador;
Sargento da PM Heron Teixeira Pena Vieira – intermediador que recebeu dinheiro, arma e contratou o Alex pra fazer executar;
PM Ícaro Nathan Santos Ferreira – intermediador que forneceu a arma usada e facilitou a transferência do pagamento;
PM Jackson Pereira Barbosa – intermediador que coordenou o crime e realizou pagamentos parciais;
PM Wailson Alessandro Medeiros Ramos – investigado por forjar confronto envolvendo arma do crime;
PM Wekcerlley Benevides de Oliveira – investigado por forjar confronto envolvendo arma do crime;
PM Leandro Cardoso – investigado por forjar confronto envolvendo arma do crime;
PM Jorge Rodrigo Martins – investigado por forjar confronto envolvendo arma do crime.
Assassinato de Renato Nery
Advogado é baleado durante atentado em frente a escritório de Cuiabá
Renato foi baleado quando chegava no escritório dele, em julho de 2024. Segundo a Polícia Civil, o atirador já estava esperando pelo advogado e, após atirar, fugiu do local em uma moto.
Uma câmera de segurança registrou o momento em que Renato caminha até a porta do escritório, é atingido pelos disparos e cai no chão (vídeo acima).
O advogado morreu um dia após ser baleado. O corpo dele foi sepultado em Cuiabá, na manhã do dia 7 de julho.



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