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Oscar: filmes de terror podem ficar evidentes na premiação


No final dos anos 1960 e 1970, o terror viveu o auge em termos de reconhecimento e premiações, com filmes como “O Bebê de Rosemary”, “O Exorcista” e “Tubarão” recebendo grande aclamação.

Embora tenha havido algum reconhecimento de filmes do gênero desde então — “O Silêncio dos Inocentes”, “O Sexto Sentido”, “Cisne Negro”, “Corra!” e, mais recentemente, “A Substância” — o terror tem tido dificuldades para se destacar nas principais premiações. Isso mudou com o sucesso de crítica deste ano, “Pecadores”.

Apesar de ter sido lançado nos meses de verão do hemisfério norte, uma época muitas vezes esquecida durante a temporada de premiações, o sucesso de Ryan Coogler, um híbrido de terror e época, tem recebido críticas extremamente positivas e consistentes. O filme, que acompanha dois irmãos gêmeos negros (ambos interpretados por Michael B. Jordan) que abrem um bar de música country no interior do Mississippi durante a Grande Depressão, quebrou o recorde de indicações ao Oscar, com 16, incluindo melhor filme e melhor diretor.

Outra atriz que vem ganhando destaque no gênero terror este ano é Amy Madigan, que interpreta a aterrorizante e fascinante Tia Gladys em “A Hora do Mal”. O filme recebeu elogios, em particular, pela atuação de Madigan como a vilã principal, dominando as redes sociais no ano passado com tutoriais de maquiagem e inúmeras homenagens em fantasias de Halloween.

Wunmi Mosaku, cuja atuação como Annie ajudou a enraizar “Sinners” na tradição, na magia e na emoção, junta-se a Madigan como outra personagem de filme de terror com inclinações mágicas na categoria de melhor atriz coadjuvante.

Acompanhe o Oscar na live especial da CNN Brasil

A CNN Brasil está ao vivo com Mari Palma e Elisa Veeck na TV e no YouTube, acompanhando todos os acontecimentos do Oscar 2026. A dupla, ao lado de influenciadores e artistas, como Giovanna Lancellotti e Silvero Pereira, está comentando os prêmios e o tapete vermelho.

*com informações de Lisa Respers France e Alli Rosenbloom da CNN; atualizado por Fernanda Garcia, em colaboração para a CNN Brasil



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