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Ronaldo Caiado diz que Presidência exige autoridade moral


Em entrevista à CNN Brasil neste sábado (14), Ronaldo Caiado (PSD-GO) afirmou que para assumir a Presidência da República é necessário ter autoridade moral, destacando a importância da liturgia do cargo para o exercício efetivo do poder.

Ao comentar sobre a polarização política no Brasil, Caiado criticou o que considera uma estratégia deliberada de manutenção desse cenário. “Essa polarização não foi criada na cabeça do eleitor. Ela foi muito bem trabalhada pelo PT esses quatro anos”, declarou.

O governador goiano prometeu, que se eleito, concederá “anistia ampla, geral e irrestrita” aos presos pelo 8 de janeiro, incluindo o ex-presidente Jair Bolsonaro (PL). Ele defendeu que o debate político nacional precisa se afastar dessas discussões e focar em temas como educação, segurança pública e geração de empregos.

“O cidadão quer ouvir aquela discussão sobre o 8 de janeiro ou ele quer ouvir se o filho está tendo uma educação de qualidade? Se tem segurança pública no bairro dele?”, argumentou.

Críticas ao cenário político atual

Durante a entrevista, Caiado criticou o que chamou de “populismo desenfreado” e afirmou que o país enfrenta crescimento do narcotráfico e da corrupção. Segundo ele, o eleitor brasileiro busca candidatos com consistência no debate.

“A presidência exige a autoridade moral e a liturgia do cargo. É isso que falta no Brasil”, enfatizou. Para o governador, sem um presidente que tenha estatura para o cargo, o país continuará enfrentando problemas de governabilidade.

Caiado também abordou a relação com os presidentes do Supremo Tribunal Federal, da Câmara e do Senado. “Saberei responsabilizá-los pelos problemas que teremos que resolver. Governar não é ser sequestrado por poderes. Governar não é ser submisso a ninguém”, afirmou.

Ao destacar os resultados de sua gestão em Goiás, especialmente na área de segurança pública, Caiado sugeriu que o modelo poderia ser replicado nacionalmente. “O que é que o brasileiro quer? O que nós implantamos em Goiás. É isso que as pessoas querem”, concluiu.



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