Segundo o Grupo de Atuação Especial de Combate ao Crime Organizado (Gaeco), as investigações apuram suspeitas de cobrança e pagamento de propina para favorecer a tramitação de processos, a emissão de pareceres, a aprovação e regularização de projetos e a concessão de licenças e certificados. Os fatos investigados teriam ocorrido entre 2017 e 2026.
MT: servidores e empresários são investigados por esquema de corrupção










