“A gente aprende muito que o papel da mulher na sociedade é um papel de mais submissão […] Ela tem muito medo de corromper esse aprendizado e o orbitofrontal [do cérebro] fica lembrando ela disso. Quando ela tenta tomar uma decisão, que vem do sistema emocional, de ‘eu preciso me defender, eu preciso sair’, esse orbitofrontal, que participa dessa decisão, vem com esse contexto, mais cognitivo. […] Que são aprendizados que, infelizmente, vieram com uma disfunção da nossa sociedade em relação ao papel da mulher”, afirmou.

