Até então, quando o tumor atingia o clitóris ou a região em volta, os cirurgiões retiravam parte do órgão e fechavam a ferida. Segundo a oncologista ginecológica Mieke ten Eikelder, uma das autoras da técnica, o clitóris desaparecia sob uma camada de pele. Pouco se pensava na qualidade de vida da paciente ou na chance de ela voltar a ter orgasmo.
Quase 40 anos depois do pênis, clitóris ganha cirurgia reconstrutora









