A criação do curso atende a uma reivindicação do povo Xavante, que, segundo o coordenador do Território Etnoeducacional Xavante, Xisto Tserenhiru, precisa se deslocar para longe de suas comunidades para ter acesso à formação superior. “É um fato histórico para o povo Xavante”, afirmou Xisto.
Curso da UFMT vai formar professores Xavante para atuar nas aldeias










