“São 4h12 da manhã e aqui estou eu, sem conseguir dormir.” A frase resume a rotina de Patrick, de 35 anos, um entre os milhões de brasileiros que enfrentam a insônia. Enquanto a madrugada avança, ele continua acordado, observando o relógio e tentando vencer um problema que afeta seu trabalho, sua disposição e sua qualidade de vida. Especialistas alertam que a insônia vai muito além do desconforto de uma noite mal dormida e pode aumentar o risco de doenças cardiovasculares, AVC e demência.









