O fenômeno, no entanto, não é novidade para a ciência. Trata-se da rota migratória anual de andorinhas — a exemplo da andorinha-grande (Progne chalybea) —, pertencentes ao gênero Progne, que deixam áreas mais frias no hemisfério norte (como o sul dos Estados Unidos) em direção ao sul do continente sul-americano fugindo das baixas temperaturas.
Nuvem de andorinhas sobrevoa condomínio em Cuiabá em busca de alimento










