A Prefeitura de Lucas do Rio Verde, por meio da Vigilância em Saúde, segue com a campanha de imunização contra a raiva para cães e gatos no município. A imunização, que é de aplicação anual obrigatória, continua disponível em ponto fixo de atendimento na sede do órgão para atender os tutores que ainda não vacinaram seus animais de estimação.
Segundo a supervisora da Vigilância em Saúde, enfermeira Cláudia Engelmann, o município já contabiliza 14.061 doses aplicadas, o que representa cerca de 80% da meta populacional estabelecida. Esse índice garante um bloqueio sanitário importante na zona urbana, mas a intenção das equipes de saúde é alcançar o teto de 17 mil cães e gatos vacinados até o encerramento da campanha, previsto para o mês de novembro.
Locais, Horários e Orientações
O ponto fixo de vacinação funciona na própria sede da Vigilância em Saúde:
Endereço: Rua Corumbá, nº 1819, Bairro Jardim das Palmeiras.
Horário de Atendimento: De segunda a sexta-feira, das 7h às 11h e das 13h às 17h.
Quem Pode e Quem Não Pode Vacinar
A supervisora detalhou as condições necessárias para a aplicação da dose:
Idade Mínima: Filhotes com menos de 3 meses de vida não devem tomar a vacina no momento.
Animais Doentes: Cães ou gatos que estejam passando por tratamento de saúde ou apresentem sintomas de alguma enfermidade devem aguardar a plena recuperação antes da aplicação.
Fêmeas Prenhes: Podem receber a dose normalmente, desde que a contenção não gere estresse excessivo ao animal.
Cláudia Engelmann ressaltou também que muitos tutores optam por realizar a imunização na rede privada veterinária. A Vigilância em Saúde acompanha mensalmente esses dados junto às clínicas particulares para contabilizar a cobertura real do município. Para quem necessitar de flexibilidade de prazos, os lotes públicos do imunizante possuem validade garantida até 2027.
Riscos e Responsabilidade Coletiva
A raiva é uma zoonose grave, letal em quase 100% dos casos e transmissível ao ser humano por meio de mordidas, arranhões ou lambidas de animais infectados. Animais não imunizados ficam vulneráveis ao contato com vetores silvestres, como morcegos contaminados.
“O animal não vacinado fica exposto ao vírus e coloca toda a família e a comunidade em risco. Deixar de atuar na prevenção em saúde pública é uma grave omissão, e caso ocorra algum registro de animal positivo no município, a negligência do tutor pode até acarretar sanções de responsabilidade criminal por impactar a saúde coletiva”, alertou a enfermeira Cláudia Engelmann.
A orientação da Secretaria Municipal de Saúde é para que os tutores não deixem para a última hora e garantam a proteção de seus animais e da sociedade.
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