Veja as principais notícias no MODO STORIES
Veja o que se sabe e o que ainda falta saber sobre morte de professor
Israel critica Nobel da Paz para juíza e acusa prêmio de legitimar ódio
Inmet alerta para grande perigo de tempestade no Sul do país
Pianista Estela Caldi apresenta projeto “Schubertíade” na Rádio MEC
Agente do ICE atira em homem que estava em carro com criança de 5 em NY
Indústria aponta juros altos como principal barreira ao crédito
MT oferece curso gratuito para quem quer concluir os estudos; entenda
Bolsa de sangue raro cruza o país de avião para paciente transplantado
NOVA MUTUM CLIMA

Israel critica Nobel da Paz para juíza e acusa prêmio de legitimar ódio


O Ministério das Relações Exteriores de Israel criticou nesta sexta-feira (9) a concessão do Nobel da Paz à jurista sul-africana Navi Pillay. Em uma publicação nas redes sociais, a pasta afirmou que a premiação foi usada para “legitimar o ódio e o preconceito contra Israel”.

“Se houvesse um prêmio para mentiras, ódio e acusações caluniosas, Navi Pillay não seria apenas uma candidata. Ela seria a favorita”, afirmou o ministério.

A publicação também acusou Pillay de participar de uma campanha de “demonização de Israel com motivação política” e de promover o que chamou de mentira sobre o genocídio.

O governo israelense ainda classificou a decisão do Comitê Nobel como uma instrumentalização do prêmio e afirmou que a premiação reconheceu “a maior mentira do século 21”. A publicação terminou com uma referência ao ministro da Propaganda da Alemanha nazista, Joseph Goebbels, ao dizer que ele estaria aplaudindo “do inferno”.

As declarações foram feitas após o reconhecimento de Pillay, que presidiu a Comissão Internacional Independente de Inquérito da ONU sobre o Território Palestino Ocupado entre 2021 e 2025. Sob sua liderança, a comissão concluiu que Israel cometeu genocídio na Faixa de Gaza. O governo israelense rejeita essa conclusão.

Quem é Navi Pillay

A juíza Navanethem “Navi” Pillay, vencedora do Prêmio Nobel da Paz 2026, é uma jurista sul-africana de origem indiana tâmil, que atuou como Alta-comissária das Nações Unidas para os Direitos Humanos entre 2008 e 2014, além de ter passagem pelo TPI (Tribunal Penal Internacional).

Pillay foi a primeira mulher negra a integrar o Tribunal Superior da África do Sul, indicada pelo presidente Nelson Mandela em 1995.

Em 1999, tornou-se juíza e presidente do Tribunal Penal Internacional para Ruanda, criado para julgar crimes cometidos durante o genocídio de 1994.

Anos depois, Pillay também atuou como juíza do Tribunal Penal Internacional (TPI), que julga indivíduos acusados de crimes internacionais graves.

Entre 2008 e 2014, Pillay ocupou o cargo de Alta-comissária da ONU para os Direitos Humanos.



Source link

Publicidade Publicidade Alerta Mutum News

Related Post

Deixe um comentário

O seu endereço de e-mail não será publicado. Campos obrigatórios são marcados com *

Logo Alerta Mutum News