A maioria das pessoas conhece o tipo sanguíneo pela carteirinha: A, B, AB ou O, positivo ou negativo. Mas esse é só o começo. A superfície das células vermelhas do sangue, as hemácias, tem centenas de outras “etiquetas” que o laboratório não costuma checar. É o que explica a hematologista Fernanda de Oliveira Santos, integrante da Associação Brasileira de Hematologia, Hemoterapia e Terapia Celular e da Sociedade Brasileira de Trombose e Hemostasia.
Bolsa de sangue raro cruza o país de avião para paciente transplantado










