Na semana passada, acompanhei diversas sessões do 13º. Congresso de Geriatria e Gerontologia do Rio de Janeiro (GeriatRio 2026) – e tenho muito para contar! A primeira palestra foi sobre a importância do exercício para a pessoa com câncer, dada por Daniel Galvão, professor da Universidade Edith Cowan, em Perth (Austrália), e diretor do Instituto de Pesquisa em Medicina do Exercício da instituição. “Ele melhora a capacidade funcional do paciente para atravessar o tratamento. Antes de uma cirurgia, deixa o indivíduo mais apto, o que pode resultar num tempo menor de hospitalização. Além disso, reduz a toxicidade do tratamento e será parte fundamental da reabilitação. Atualmente, as chances de sobrevida aumentaram muito, mas nem sempre essa sobrevida é de boa qualidade. É onde o treino físico é capaz de fazer uma enorme diferença”, afirmou, acrescentando que a prescrição sempre deve ser individualizada.










