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Filha de chefe de facção criminosa grávida tem prisão convertida em domiciliar em MT




Mandados foram cumpridos em Nova Bandeirantes e Alta Floresta (MT)
A Justiça converteu em prisão domiciliar a prisão preventiva de Kauany Beatriz de Sá Silva, filha da chefe da facção criminosa Comando Vermelho, Angélica Saraiva de Sá, de 34 anos, conhecida pelo apelido de Angeliquinha.
Ela havia sido presa na última quinta-feira (5) em Alta Floresta e Nova Bandeirantes, suspeita de integrar um esquema de tráfico de drogas, lavagem de dinheiro e divulgação de jogos de azar.
O g1 tenta localizar a defesa da investigada.
A decisão considerou que Kauany está grávida e é mãe de uma criança menor de 12 anos. Com a decisão, ela deverá cumprir uma série de medidas cautelares determinadas pela Justiça. Entre as regras impostas estão:
Comparecimento a todos os atos do processo;
Obrigação de manter telefone e endereço atualizados;
Uso de monitoramento eletrônico por tornozeleira;
Suspensão do passaporte da investigada.
A decisão foi tomada pelo juiz Anderson Clayton Dias Batista, da 5ª Vara Criminal de Sinop.
Segundo o Tribunal de Justiça, as custódias de Paulo Felizardo de Sá, pai de Angélica, e do genro Guilherme Laureth também foram analisadas pelo magistrado, mas foram mantidas como prisão preventiva.
Como chefe de facção fugiu de presídio e comandava esquema com a família em MT
Pai, filha e genro: quem são os familiares de chefe de facção criminosa presos em MT
Entenda o caso
Kauany Beatriz de Sá foI presa suspeita de integrar esquema de lavagem de dinheiro e tráfico de drogas.
Redes Sociais
Nas redes sociais, Kauany se apresenta como influenciadora, proprietária de uma loja de roupas e de um estúdio de sobrancelhas, além de divulgar jogos de azar on-line. O marido, Guilherme, ostentava viagens e bens de alto valor nas redes sociais, sempre em fotos publicadas ao lado da família.
A investigação apontou que esses negócios funcionavam como mecanismos de fachada e, posteriormente, eram apresentados como fontes de ganhos legítimos.
Chefe de facção
Angélica Saraiva de Sá foi condenada a 99 anos e 11 meses de prisão em regime fechado pelas mortes de quatro trabalhadores em MT
Polícia Civil
Angélica, que está foragida desde agosto de 2025, também foi alvo da operação, mas não foi localizada pela polícia.
Angélica foi condenada a 99 anos e 11 meses de prisão em regime fechado pela morte de quatro trabalhadores, em Nova Monte Verde, a 920 km de Cuiabá, em 2022.
A ré foi condenada pelos crimes de homicídio qualificado e ocultação de cadáver, além de integrar uma organização criminosa.
As vítimas foram identificadas como:
Jefferson Vale Paulino, de 27 anos;
Alan Rodrigues Pereira, 36 anos;
João Vitor da Silva, 19 anos;
Caio Paulo da Silva, 31 anos.
Na época, o Conselho de Sentença reconheceu que o crime foi praticado por motivo torpe, com emprego de meio cruel e mediante recurso que dificultou a defesa das vítimas.



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