Veja as principais notícias no MODO STORIES
IA não pode decidir sozinha sobre negativa de plano de saúde, diz ANS
Quem é o “rei do ovo” que entrou no top 10 dos bilionários do Brasil
Dor pós-COVID: estudo explica os mecanismos ligados à sequela, que afeta até 40% das pessoas que têm a doença
Número de mortos após inundações no Nepal e na China sobe para 750
20 municípios concentram 21% do milho produzido no Brasil; veja quem lidera o ranking
Real Madrid x Málaga: horário e onde assistir ao jogo de LaLiga
Acidente de trânsito Carro capota, atinge mãe e duas crianças e motorista é conduzido à delegacia em Nova Mutum/MT
Veja os quatro gols de Messi em 7 a 1 do Inter Miami; Casemiro abriu placar
NOVA MUTUM CLIMA

Duas pessoas são presas em operação contra fraude bancária de R$ 500 mil


Duas pessoas foram presas na manhã desta sexta-feira (6) durante uma operação que investiga um esquema de fraudes bancárias com prejuízos que ultrapassam R$ 500 mil para instituições financeiras, entre elas a Caixa Econômica Federal.

Segundo o Ministério Público da Bahia (MPBA), por meio do Grupo de Atuação Especial de Combate às Organizações Criminosas (Gaeco), em conjunto com a Polícia Federal, além das prisões foram cumpridos 10 mandados de busca e apreensão nas cidades de Itabuna e Entre Rios.

De acordo com as apurações, o grupo abriu 17 contas bancárias usando documentos falsos em agências localizadas nos municípios de Conceição do Coité, Prado e Valença, além de São Paulo. O objetivo era obter empréstimos fraudulentos, movimentar os valores e dificultar o rastreamento do dinheiro.

A ação, batizada de “Amêndoa Negra”, contou com apoio apoio da Centralizadora Nacional de Segurança e Prevenção à Fraude (Cefra), da Caixa Econômica Federal. A partir do monitoramento das movimentações financeiras, a PF conseguiu identificar parte do grupo beneficiado com os recursos desviados.

Ainda segundo os investigadores, o nome “Amêndoa Negra” faz referência à forma de atuação do grupo. A metáfora passa a ideia de algo protegido por uma “casca” que dificulta o acesso. Nesse esquema, as fraudes eram escondidas por meio de contas de passagem, uso de laranjas e camadas de ocultação do dinheiro. Os investigados podem responder por associação criminosa, estelionato e lavagem de dinheiro.



Source link

Publicidade Publicidade Alerta Mutum News

Related Post

Deixe um comentário

O seu endereço de e-mail não será publicado. Campos obrigatórios são marcados com *

Logo Alerta Mutum News