Veja as principais notícias no MODO STORIES
Mundo pré-Trump não volta, e Brasil pode afetar futuro, diz Anne Applebaum
BC impôs sigilo de oito anos sob documentos da liquidação do Banco Master
Imagens mostram estradas com crateras onde EUA realizaram resgate militar
Palpites para Deportivo La Guaira x Fluminense: Análises e Onde Assistir (07/04/2026)
Artemis Il avança e nave Orion passa a ser “puxada” pela Lua; entenda
PAQUETA SAI EM DEFESA DO PLATA

A torcida vem criticando bastante o Plata ultim…
EUA, Irã e mediadores pressionam por um cessar-fogo de 45 dias, diz jornal
Cuiabá perde para o Ceará e vê zona de rebaixamento se aproximar no Brasileirão
NOVA MUTUM CLIMA
Publicidade Nova Mutum

Duas pessoas são presas em operação contra fraude bancária de R$ 500 mil


Duas pessoas foram presas na manhã desta sexta-feira (6) durante uma operação que investiga um esquema de fraudes bancárias com prejuízos que ultrapassam R$ 500 mil para instituições financeiras, entre elas a Caixa Econômica Federal.

Segundo o Ministério Público da Bahia (MPBA), por meio do Grupo de Atuação Especial de Combate às Organizações Criminosas (Gaeco), em conjunto com a Polícia Federal, além das prisões foram cumpridos 10 mandados de busca e apreensão nas cidades de Itabuna e Entre Rios.

De acordo com as apurações, o grupo abriu 17 contas bancárias usando documentos falsos em agências localizadas nos municípios de Conceição do Coité, Prado e Valença, além de São Paulo. O objetivo era obter empréstimos fraudulentos, movimentar os valores e dificultar o rastreamento do dinheiro.

A ação, batizada de “Amêndoa Negra”, contou com apoio apoio da Centralizadora Nacional de Segurança e Prevenção à Fraude (Cefra), da Caixa Econômica Federal. A partir do monitoramento das movimentações financeiras, a PF conseguiu identificar parte do grupo beneficiado com os recursos desviados.

Ainda segundo os investigadores, o nome “Amêndoa Negra” faz referência à forma de atuação do grupo. A metáfora passa a ideia de algo protegido por uma “casca” que dificulta o acesso. Nesse esquema, as fraudes eram escondidas por meio de contas de passagem, uso de laranjas e camadas de ocultação do dinheiro. Os investigados podem responder por associação criminosa, estelionato e lavagem de dinheiro.



Source link

Publicidade Publicidade Alerta Mutum News

Related Post

Deixe um comentário

O seu endereço de e-mail não será publicado. Campos obrigatórios são marcados com *

Logo Alerta Mutum News