Junto disso, alivia quem fica. Sem orientação, a família decide no escuro e costuma carregar por muito tempo a dúvida de ter feito o certo. Bruna viu essa cena de perto: quando a avó morreu, em 2020, uma médica parou o irmão dela no corredor para perguntar, ali mesmo, se era para reanimar caso o coração parasse. Escrever o testamento foi, em parte, poupar a própria família dessa pergunta — com a vontade registrada, ninguém precisa adivinhar.










