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Pai, filha e genro: quem são os familiares de chefe de facção criminosa presos em MT




Mandados foram cumpridos em Nova Bandeirantes e Alta Floresta (MT)
Três familiares de uma das chefes da facção criminosa Comando Vermelho, Angélica Saraiva de Sá, de 34 anos, conhecida pelo apelido de Angeliquinha, foram presos nesta quinta-feira (5), em Alta Floresta e Nova Bandeirantes, suspeitos de integrarem um esquema de tráfico de drogas, lavagem de dinheiro e divulgação de jogos de azar.
Os alvos foram identificados como:
Paulo Felizardo de Sá — pai;
Kauany Beatriz de Sá — filha;
Guilherme Laureth — genro.
O g1 tenta localizar a defesa dos investigados.
Como chefe de facção fugiu de presídio e comandava esquema com a família em MT
Kauany Beatriz de Sá e Guilherme Laureth foram presos suspeitos de integrarem esquema de lavagem de dinheiro e tráfico de drogas
Redes sociais
Angélica, que está foragida desde agosto de 2025, também foi alvo da operação, mas não foi localizada pela polícia.
Nas redes sociais, Kauany se apresenta como influenciadora, proprietária de uma loja de roupas e de um estúdio de sobrancelhas, além de divulgar jogos de azar on-line. O marido, Guilherme, ostentava viagens e bens de alto valor nas redes sociais, sempre em fotos publicadas ao lado da família.
A investigação apontou que esses negócios funcionavam como mecanismos de fachada e, posteriormente, eram apresentados como fontes de ganhos legítimos.
Já o pai da chefe da facção, segundo a polícia, era o responsável por gerenciar um garimpo irregular na região de Alta Floresta, além de um bar e um prostíbulo nas proximidades de Nova Bandeirantes.
Os três foram apontados como operadores financeiros do grupo. A polícia informou que, no período de um ano e sete meses, o grupo teria movimentado mais de R$ 20 milhões relacionados às atividades do tráfico e que os valores são incompatíveis com a renda declarada de cada um.
Chefe de facção
Angélica Saraiva de Sá foi condenada a 99 anos e 11 meses de prisão em regime fechado pelas mortes de quatro trabalhadores em MT
Polícia Civil
Angélica foi condenada a 99 anos e 11 meses de prisão em regime fechado pela morte de quatro trabalhadores, em Nova Monte Verde, a 920 km de Cuiabá, em 2022.
A ré foi condenada pelos crimes de homicídio qualificado e ocultação de cadáver, além de integrar uma organização criminosa.
As vítimas foram identificadas como:
Jefferson Vale Paulino, de 27 anos;
Alan Rodrigues Pereira, 36 anos;
João Vitor da Silva, 19 anos;
Caio Paulo da Silva, 31 anos.
Na época, o Conselho de Sentença reconheceu que o crime foi praticado por motivo torpe, com emprego de meio cruel e mediante recurso que dificultou a defesa das vítimas.



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