Veja as principais notícias no MODO STORIES
Previsão do tempo hoje para Cuiabá (MT): sol com muitas nuvens; pancadas de chuva à tarde e à noite
Amazonas tem queda de quase 40% nos focos de queimadas em outubro, diz Inpe
Operação ‘Pare-e-Siga’ altera tráfego na BR-163/364, no MT.
Estudantes relatam violência relacionada à eleição presidencial
“Klara e o Sol”: diretor comenta baixo desempenho de filme com Jenna Ortega
Escola Municipal de 1º Grau Marechal Deodoro, 25ª zona eleitoral: resultado da votação em Vila Bela da Santíssima Trindade (MT) no 1º turno
Nova Mutum participará de feira mundial de tecnologia em barcelona após conquista nacional
STF determina soltura de desembargador preso na Operação Unha e Carne
NOVA MUTUM CLIMA

Mercado avalia impacto da queda do sigilo do Master


O mercado financeiro voltou as atenções nesta sexta-feira (11) para os desdobramentos do caso do Banco Master, após o ministro do Supremo Tribunal Federal André Mendonça derrubar o sigilo dos inquéritos a pedido de Edson Fachin, presidente da Corte.

A decisão trouxe à tona informações que podem acirrar o chamado “Custo Brasil” e o trade eleitoral.

Um dos principais destaques da queda do sigilo até o momento está a relação de diretores do Banco Central com o ex-banqueiro Daniel Vorcaro. Segundo apontamentos da polícia, foram identificados pagamentos de até R$ 760 mil por mês ao chefe de supervisão da instituição, Belline Santana.

A quebra de sigilo gerou repercussão imediata nos mercados e levantou questionamentos sobre a integridade de agentes ligados ao sistema financeiro.

Em entrevista ao CNN Money, Gustavo Cruz, estrategista-chefe da Sincra, avaliou que o mercado financeiro tem tratado as revelações com cautela e sem generalizar o impacto sobre a instituição.

“Por enquanto, o mercado financeiro tem analisado como algo muito específico de algumas pessoas dentro da instituição”, afirmou.

Segundo ele, o Banco Central segue sendo respeitado interna e externamente: “Os quadros de carreira do Banco Central são muito respeitados, são sempre colocados como quadros muito técnicos.”

Cruz também destacou que, desde que a independência do Banco Central passou a valer, a postura da instituição tem sido vista como tecnicamente sólida, inclusive diante de pressões políticas.

“A crítica do governo atual é justamente de [o Banco Central] não seguir o desejo do governo”, disse. Ele citou críticas recentes de integrantes do governo à manutenção da taxa de juros.

Para o estrategista, esse tipo de postura reforça a credibilidade da instituição: “Esses tipos de movimentações passam credibilidade.”

As informações tornadas públicas nesta sexta-feira chegam poucos dias antes da sessão extraordinária do plenário do STF, que vai discutir as controvérsias em torno do relatório da Polícia Federal sobre conversas entre Alexandre de Moraes e Daniel Vorcaro, marcada para a terça-feira (15).



Source link

Publicidade Publicidade Alerta Mutum News

Related Post

Deixe um comentário

O seu endereço de e-mail não será publicado. Campos obrigatórios são marcados com *

Logo Alerta Mutum News