Na notificação, enviada na sexta-feira (4), a AGU deu prazo de 72 horas para que o YouTube torne indisponíveis os conteúdos identificados pelo Ministério da Saúde ou, dependendo do caso, adote mecanismos de rotulagem e contextualização que informem aos usuários que os personagens são artificiais. A plataforma também foi instada a analisar outros canais e vídeos apontados no relatório segundo suas regras sobre desinformação em saúde e conteúdo sintético e a adotar medidas para impedir a disseminação desse tipo de material.
Governo cobra YouTube para remover vídeos com falsos médicos criados por IA










