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ETFs ampliam opções para diversificar investimentos


Ter diferentes investimentos na carteira pode parecer sinônimo de diversificação, mas a quantidade de ativos não conta toda a história. Quando eles estão concentrados no mesmo país, setor ou fator de risco, podem responder de maneira semelhante às mudanças do mercado. Diversificar envolve distribuir as exposições entre ativos e mercados com características e comportamentos distintos.

A ampliação das opções disponíveis ao investidor brasileiro tem facilitado esse movimento. A combinação de investimentos domésticos e internacionais permite acrescentar diferentes economias, moedas, setores e empresas à carteira. A exposição global  não precisa substituir os ativos brasileiros, mas pode complementar a estratégia e diminuir a dependência dos resultados de um único mercado. E é possível investir em ativos internacionais sem sair do país, usando ETFs e ETFs globais. Com ETFs da BlackRock listados na B3, os investidores conseguem acesso à diversos países e regiões. 

 

 

Índices ajudam a organizar a construção da carteira 

Um ponto central para entender os ETFs, e tomar a decisão de investir ou não neles, são os índices, carteiras teóricas que reúnem ativos de acordo com critérios e metodologias definidos. Como a maioria dos ETFs acompanha um índice de referência estabelecido, o investidor consegue identificar quais ativos fazem parte daquele investimento e quais regras orientam a seleção desses ativos.

A variedade de ETFs disponível no mercado cobre uma ampla gama de estratégias de investimentos , como regiões e países específicos, setores da economia, ou temas como criptoativos. Assim,  é possível usar os ETFs, como blocos que podem ser combinados na construção de um portfólio com diferentes mercados, regiões, setores e estratégias.

Uma exposição mais ampla pode formar a base da carteira e ser complementada por ETFs voltados a determinadas regiões, setores ou estratégias, de acordo com os objetivos do investidor. A composição depende do horizonte de investimento, das metas financeiras e da tolerância ao risco de cada pessoa. A diversificação não impede perdas nem garante retornos, mas pode reduzir a concentração em uma única fonte de risco.



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