Veja as principais notícias no MODO STORIES
França: Mbappé já foi campeão contra a Espanha; veja números
Morre por eutanásia Catalina Giraldo, de 30 anos, que travou batalha judicial na Colômbia para ter acesso ao suicídio assistido por médicos
Reação ao racismo contra jogadores negros na Copa vai além do futebol
Nova Mutum/MT se despede de Nédio Corrêa da Costa, pioneiro que ajudou a escrever a história do município nesta segunda-feira (13) | Power Mix
Fies: inscrições para edição do segundo semestre vão até 17 de julho
EUA podem ficar sem munições com novos ataques ao Irã, alerta especialista
A Argentina abriu uma vantagem avassaladora sobre europeus do que o Brasil neste…
Parasita que provoca 'diarreia explosiva' infecta mais de 2,8 mil pessoas nos EUA; investigação aponta alface como suspeita
NOVA MUTUM CLIMA
Publicidade Nova Mutum

Existe uma relação não republicana entre Vorcaro e autoridades, diz senador


Em entrevista à CNN Brasil, nesta quarta-feira (4), o senador Alessandro Vieira (MDB-SE), relator da CPI do Crime Organizado, criticou o papel do STF (Supremo Tribunal Federal) nas investigações do caso do Banco Master. Vieira destacou as pressões políticas e as decisões atípicas de ministros da Corte, que, segundo ele, dificultam o avanço das apurações. 

“Temos uma relação não republicana entre o grupo comandado por Daniel Vorcaro e grandes autoridades, incluindo ministros da Suprema Corte. Vamos ter que avançar nessas apurações para que, de fato, os brasileiros possam ter acesso à verdade”, afirmou o senador. 

Vieira criticou a postura da PGR (Procuradoria-Geral da República), que, na visão dele, agiu com lentidão ao questionar a urgência da decisão que levou à prisão de Vorcaro nesta terça. 

“A PGR alegou que 72 horas seria pouco para avaliar pedidos de prisão, mas isso é atípico. Esses pedidos precisam ser avaliados com rapidez”, destacou. 

O senador também mencionou as atitudes de ministros como Dias Toffoli e Gilmar Mendes, que, na avaliação dele, têm prejudicado o andamento das investigações. “Essas decisões são absolutamente descabidas”, afirmou, referindo-se à devolução da relatoria do caso por Toffoli e ao mandado de segurança reativado por Gilmar, que suspendeu a quebra dos sigilos bancário, fiscal e telemático da Maridt, empresa que tem entre os sócios o ministro Toffoli. 

“A decisão do ministro Gilmar ultrapassa o limite da definição de atípica, ela é absurdamente descabida. Ele ressuscita um mandado de segurança arquivado há três anos e, nesse mandado, concede habeas corpus para uma pessoa jurídica. Isso é ilegal de cabo a rabo. Já estamos apresentando os recursos necessários para que a Suprema Corte possa retificar esse absurdo”, disse.  

Para Vieira, o maior obstáculo para o avanço das investigações é o poder e a influência que integrantes do STF ainda exercem no processo. “O medo está levando à tomada de decisões equivocadas, que expõem ainda mais a justiça do Brasil”, concluiu.



Source link

Publicidade Publicidade Alerta Mutum News

Related Post

Deixe um comentário

O seu endereço de e-mail não será publicado. Campos obrigatórios são marcados com *

Copa do Mundo 2026
Calculando...
Logo Alerta Mutum News