Veja as principais notícias no MODO STORIES
São ilações tiradas de telefonema, diz Lula sobre Lulinha e lobista
STF adia retomada do julgamento sobre uberização
Altair Albuquerque com coautoria dos vereadores Beatriz Correa e Ricardo Schneider solicita melhorias em estrada vicinal entre Jardim Botânico e Toca da Onça
“João Fonseca estará à disposição”, diz técnico do Brasil na Copa Davis
Teto de crédito para taxistas e motoristas de app sobe para R$ 200 mil
Conselho eleva limite de remuneração do Eco Invest Brasil
Vendedora suspeita de ser peça central em esquema de desvio de carros que movimentou R$ 50 milhões se entrega à polícia em MT
STF decidirá se acesso a dados de usuários precisa de ordem judicial
NOVA MUTUM CLIMA

STF adia retomada do julgamento sobre uberização


O Supremo Tribunal Federal (STF) adiou nesta quinta-feira (27) a retomada do julgamento sobre a validade das ações da Justiça do Trabalho que reconheceram vínculo de emprego na relação entre motoristas de aplicativos e as plataformas digitais, a chamada uberização. A nova data do julgamento ainda não foi definida.

O caso estava pautado para a sessão de hoje, mas não foi analisado porque o plenário deu prioridade para iniciar o julgamento que envolve a regra do Marco Civil da Internet (Lei 12.965 de 2014) que determina que os provedores de internet só podem entregar dados de tráfego dos usuários para investigações mediante decisão judicial.

A uberização será julgada em duas ações relatadas pelos ministros Edson Fachin e Alexandre de Moraes e que chegaram ao Supremo a partir de recursos protocolados pelas plataformas Rappi e Uber. As empresas contestam decisões da Justiça do Trabalho que reconheceram o vínculo empregatício com os motoristas e entregadores.

Tramitação

Durante a tramitação do processo, a Rappi alegou que as decisões trabalhistas que reconheceram o vínculo de emprego com a empresa desrespeitaram decisões da própria Corte, que entende não haver relação de emprego formal com os entregadores.

A Uber sustentou que é uma empresa de tecnologia, e não do ramo de transportes, e que o reconhecimento de vínculo trabalhista altera a finalidade do negócio da plataforma, violando o princípio constitucional da livre iniciativa de atividade econômica.

Antes do início do julgamento, a Procuradoria-Geral da República (PGR) enviou Supremo parecer contrário ao reconhecimento de vínculo trabalhista entre motoristas de aplicativos e as plataformas digitais.



Source link

Publicidade Publicidade Alerta Mutum News

Related Post

Deixe um comentário

O seu endereço de e-mail não será publicado. Campos obrigatórios são marcados com *

Logo Alerta Mutum News