Segundo a decisão, durante a prisão em flagrante feita em 2024, um dos suspeitos se apresentou à polícia usando os dados pessoais de Ramão. Com isso, os procedimentos da investigação, incluindo a prisão preventiva, foram registrados no nome dele. Ramão permaneceu preso durante o andamento do processo e negou participação no crime. Ele afirmou que o irmão teria usado sua identidade por causa da semelhança física entre os dois.
Homem preso por engano em MT é solto após irmão usar sua identidade










