Ao contrário de outros dispositivos como o Neuralink, cujos microeletrodos penetram diretamente no tecido cerebral, o NEO registra a atividade cortical a partir da superfície da dura-máter, a membrana que protege o cérebro. Embora ainda exija uma cirurgia (que dura cerca de uma hora e meia), essa nova estratégia é menos invasiva e reduz alguns riscos cirúrgicos, como hemorragia ou cicatrização do tecido cerebral, além de facilitar o processo regulatório.











