A NBA bateu recorde de receitas pela primeira vez na história. Com isso, se consolidou como a segunda liga mais rica do mundo com faturamento de 14 bilhões de dólares (cerca de R$ 71,7 bilhões) e ultrapassou a MLB, liga de beisebol dos Estados Unidos.
O Sports Value tem acompanhado os dados das últimas décadas do crescimento das competições americanas e notou que o trabalho de Adam Silver, presidente da associação, tem sido exímio. Sabendo trabalhar como poucos os ídolos e novos mercados em escala global. Hoje, a liga de basquete é considerada por muitos como a mais competitiva do mundo.
Faturamento das Ligas
O “BIG 5” dos norte americanos são compostos por NFL, NBA, MLB, NHL e MLS, ligas de futebol americano, basquete, beisebol, hóquei e futebol.
A NFL, liga de futebol-americano, em dados recentes, apontou que vai fechar a temporada com receita recorde de US$ 23 bilhões (R$ 117 bilhões). Valores esses somados entre o alto contrato de transmissão de jogos, receitas com ingressos vendidos para os jogos e patrocinadores.
O principal fator do recorde batido pela maior liga de basquete do planeta é seu contrato de transmissão de US$ 76 bilhões (R$ 389 bilhões) por 11 anos, gerando assim um valor de US$ 7 bi (R$ 35 bilhões) por ano. No ano passado a NBA faturou cerca de 12,5 bilhões (R$ 64 bilhões), subindo assim a receita em 14% atigindo os US$ 14,3 bi (R$ 73,2 bilhões)
A MLB, liga de beisebol, estagnou em suas receitas e no ano passado faturou certa de US$ 11 bilhões (R$ 56 bilhões), mantendo as expectativas em valores parecidos neste ano.
Sendo um dos esportes mais tradicionais da cultura americana, a NHL, liga de hóquei, viu seu faturamento superar os US$ 7 bilhões (R$ 35,8 bilhões) em receita.
Com grande investimento na liga de “soccer” do país, a MLS, atingiu o número de US$ 2,3 bi (R$ 11,7 bilhões).
Previsão de crescimento
Na NBA, existe uma regra de teto salarial, o salary cap, usado para manter o equilíbrio entre as franquias, valor esse que pode ser alterado devido a valorização da liga. Atualmente ele gira em torno de US$ 150 milhões (R$ 768 milhões) por temporada, a previsão é que atinja a casa dos US$226 milhões (R$ 1,1 bilhões) até 2030, o que pode proporcionar mais “Dream Teams”.
O contrato máximo permitido para os “Franchise Players”, jogadores considerados super estrelas, é de US$ 62,6 milhões (R$ 320 milhões) por ano, como o que Sthephen Curry recebe com o Golden State Warrios.
A ascensão da Associação Nacional de Basquete, preve que até o final da década esse limite supere os US$80 milhões (R$ 409 milhões) anuais.











