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Bolsas globais derretem com temor de ampliação da guerra no Oriente Médio


Bolsas ao redor do mundo operam em forte queda nesta terça-feira (3), com a guerra no Oriente Médio entrando no quarto dia e o temor dos impactos de ampliação do conflito sobre a inflação e ‌o comércio ⁠global.

No caminho oposto, investidores buscam proteção no dólar, que opera em alta ante as principais moedas globais.

No mercado de energia, a cotação do petróleo dispara para ao redor de US$ 80 com risco de ruptura no abastecimento por interferências no Estreito de Ormuz, canal responsável pelo escoamento de aproximadamente 20% do petróleo global.

A guerra dos EUA e de Israel contra o Irã se intensificou desde os primeiros ataques no sábado, com Israel atacando o Líbano e o Irã respondendo com investidas contra países do Golfo e ameaçando navios que usarem o importante Estreito de Ormuz.

Os principais índices de Wall Street operam no vermelho desde o pré-mercado, contaminado pelo temor da Ásia e Europa. Por volta de 12h30, Dow Jones perdia 2,35%, enquanto S&P 500 recuava 2,2% e Nasdaq cedia 2,4%.

No outro lado do Atlântico, bolsas na Europa caminham para fechamento com desvalorização em bloco, à medida que a perspectiva de uma guerra prolongada no Oriente Médio pesa no sentimento dos investidores.

O índice pan-europeu Stoxx 600 cedia 3,4%, enquanto em Londres o FTSE 100 perdia 3,31%. Na mesma linha, em Paris, o CAC 40 perdia 3,4%, enquanto em Frankfurt, o DAX recuava 4%.

Os mercados asiáticos também fecharam em forte queda nesta sessão, ampliando o sentimento negativo da véspera.

Liderando as perdas na Ásia, o índice sul-coreano Kospi sofreu um tombo de 7,24% em Seul — no seu pior pregão em 19 meses —, na volta de um feriado.

Em outras partes da Ásia, o japonês Nikkei caiu 3,06% em Tóquio, o Hang Seng recuou 1,12% em Hong Kong, e o Taiex cedeu 2,20% em Taiwan.

Até recentemente, o Kospi e o Nikkei vinham atingindo sucessivas máximas históricas.

Na China continental, o Xangai Composto teve baixa de 1,43%, enquanto o menos abrangente Shenzhen Composto registrou perda mais expressiva, de 3,24%.

Ibovespa recua mais de 4%

O Ibovespa opera com queda superior a 4% no pregão desta terça-feira, contaminado pela aversão a risco global diante do agravamento do conflito no Oriente Médio, com Petrobras também sucumbindo, mesmo com nova disparada dos preços do petróleo no mercado internacional.

Por volta das 12h30, a bolsa apresentava uma queda expressiva de 4,3%, aos 181.158,49 pontos.

Enquanto isso, o dólar iniciou o dia em alta firme ante o real, em linha com o fortalecimento da moeda americana ante a maioria das demais divisas no exterior em meio ao agravamento das tensões no Oriente Médio, que elevava a busca por segurança.

No mesmo horário, o dólar à vista apresentava forte alta de 2,93%, cotado a R$ 5,32 na venda.

Dólar e petróleo sobem

Na direção oposta ao mercado acionário, dólar e petróleo sobem com força nesta sessão.

A divisa norte-americana ganha quase 1,2% ante as principais divisas globais, segundo o índice DXY.

O petróleo também tem mais uma sessão de alta. O barril do Brent, referência no mercado global, sobe cerca de 5,4%, negociado acima de US$ 80. Já o WTI ganha mais de 8%, a quase US$ 77 o barril.

O gás natural também segue em alta sólida, com avanço de quase 30%.

Após fortes altas na véspera, metais preciosos operam no vermelho hoje. O ouro perde cerca de 5,5%, com a onça-troy negociada ao redor de US$ 5 mil, enquanto a prata perde mais de 9,5%, próximo a US$ 80.

*Com Reuters



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