De acordo com o Ministério Público, entre 2021 e 2022 o fazendeiro derrubou a vegetação de uma área protegida de pouco mais de 40 hectares, às margens de um rio. Entre 2022 e 2025, ele continuou criando gado em uma área que já estava proibida para esse tipo de atividade, impedindo que a vegetação se recuperasse em uma área de quase 574 hectares da Amazônia.
Fazendeiro é condenado a pagar R$ 3,3 mi por crimes ambientais em MT










