É comum que o paciente alterne um estado de apatia e desinteresse com momentos ativos. Que repita perguntas, que esqueça fatos recentes, que confunda a identidade de pessoas próximas. Levei uma tia querida à festa de aniversário de sua prima, que completava 90 anos, e ela perguntou diversas vezes se o bolo era para ela. Também queria saber de um outro primo, já falecido, e, embora tivesse sido avisada na ocasião sobre sua morte, surpreendeu-se com a notícia. Enganos à parte, divertiu-se bastante, o que mostra que demência não precisa ser sinônimo de isolamento. Aqui estão algumas sugestões para esse exercício de paciência e empatia.











