A morte do engenheiro e aluno de aviação Gustavo Henrique Lara, de 27 anos, após participar do tradicional “banho de óleo” em uma escola de aviação de Ponta Grossa (PR), reacendeu o debate sobre uma prática que, por décadas, marcou a formação de pilotos no Brasil e em outros países. Embora o ritual seja visto como uma celebração da conquista do primeiro voo solo ou da conclusão de etapas da formação, especialistas alertam que o contato do óleo de motor de aeronaves com a pele pode trazer riscos importantes à saúde.











