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Apoiadores de Khamenei realizam vigília em Teerã


No domingo (1), enlutados realizaram uma vigília à luz de velas em Teerã para homenagear o líder supremo do Irã, Ali Kahmenei, que foi morto em ataques aéreos por Israel e os Estados Unidos que destruíram seu complexo no centro da cidade iraniana.

Os ataques aconteceram após décadas de esforços para resolver diplomaticamente a disputa sobre o programa nuclear do país terem fracassado.

“Eles estão com medo agora… nosso povo continuará forte”, diz um deles, prometendo permanecer firme “até o momento em que Trump der seu último suspiro”.

Outro pede a “vingança” e a “punição total” de Israel e dos EUA.

Houve protestos em todo o mundo a favor e contra os ataques militares ao Irã.

O que está acontecendo no Oriente Médio?

Os Estados Unidos e Israel iniciaram no sábado (28) uma onda de ataques contra o Irã, em meio a tensões sobre o programa nuclear iraniano.

O regime dos aiatolás iniciou retaliação contra países do Oriente Médio que abrigam bases militares norte-americanas, entre eles: Emirados Árabes Unidos, Catar, Bahrein, Kuwait, Jordânia e Iraque.

No domingo, a mídia estatal iraniana anunciou que seu líder supremo, o aiatolá Ali Khamenei, foi uma das vítimas feitas pelos ataques norte-americanos e israelenses.

Após o anúncio da morte de Khamenei, o Irã ameaçou lançar a “ofensiva mais pesada” da história. O presidente iraniano, Masoud Pezeshkian, afirmou que o país persa considera se vingar pelos ataques de Israel e dos Estados Unidos como um “direito e dever legítimo”.

Em resposta, Trump ameaçou o Irã contra os ataques retaliatórios, dizendo “é melhor que eles não façam isso, porque se fizerem, nós os atingiremos com uma força nunca antes vista”. As agressões entre as partes seguem neste domingo.

Na véspera, Trump já havia afirmado que os ataques contra o Irã vão continuar “ininterruptos durante toda a semana ou pelo tempo que for necessário para alcançarmos nosso objetivo de PAZ EM TODO O ORIENTE MÉDIO E, DE FATO, NO MUNDO!”.



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