Há remédios aprovados nos Estados Unidos e no Brasil que diminuem os níveis da proteína beta-amiloide – associada ao risco de Alzheimer – no cérebro. No entanto, não curam a doença e, se o paciente já apresenta uma demência moderada, o benefício é pequeno. Em entrevista ao jornal Folha de São Paulo, o cientista Bruce Miller, diretor do Centro de Memória e Envelhecimento da Universidade da Califórnia, em San Francisco, antecipou que, em 2027, serão divulgados estudos com pessoas saudáveis que apresentam depósitos de beta-amiloide mas que ainda não têm sintomas. O objetivo é utilizar precocemente medicamentos que reduzam essa concentração e retardem sua progressão.











