Como a aposta não foi cancelada, o comprovante com defeito foi guardado na lotérica e, segundo o estabelecimento, passou a integrar o patrimônio da empresa. Em contrapartida, a defesa afirmou que quando um bilhete sofre algum dano, o valor é descontado do salário do funcionário e que, por isso, o proprietário da aposta era a operadora de caixa que arcaria com o prejuízo.
Do registro ao suposto furto: a cronologia do bilhete da Mega-Sena











