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Waack: Trump quer que Irã se torne um país completamente indefeso


A demanda dos Estados Unidos em relação ao Irã representa, na prática, a exigência de que o país se torne completamente indefeso em uma região onde nenhum Estado aceitaria tal condição, especialmente sob ameaça de bombardeios. Esta é a análise feita por William Waack sobre a atual tensão entre os dois países.

De acordo com Waack, o que está em jogo é muito mais do que uma simples pressão diplomática. “A demanda americana é a capitulação do Irã através de uma ação militar. O que Trump está exigindo do Irã é que se torne um país completamente indefeso numa região na qual nenhum dos Estados ali o fez de vontade própria”, afirmou o comentarista.

A estrutura do Estado iraniano

Um ponto central na análise é a própria estrutura do Estado iraniano, frequentemente descrito como teocrático, mas que possui uma base militar fundamental. “O Estado iraniano se consolidou em torno dessa força militar criada durante a Revolução e consolidada durante a guerra do Irã e Iraque e que sustenta o regime”, explicou Waack, referindo-se à guarda revolucionária.

Segundo o comentarista, o regime não é sustentado apenas pela questão ideológica ou religiosa, mas principalmente porque “o regime é a guarda revolucionária”. Isso significa que alterar o regime ou provocar uma mudança de governo equivale, na prática, a eliminar o atual Estado iraniano – justamente o que estaria na agenda americana.

A situação se complica ainda mais quando se considera o contexto regional. Israel conseguiu diminuir consideravelmente a capacidade de ação do que Waack descreve como “defesa estratégica avançada” do Irã, que incluía milícias na Síria e no norte do Iraque, o Hezbollah no sul do Líbano e o Hamas na faixa de Gaza.

Quanto à relação com a Rússia, Waack destaca uma inversão de dependência: “A Rússia depende mais do Irã do que o Irã depende da Rússia”. Ele lembra que ambos os países formaram uma coligação de fato quando mudaram o jogo na Guerra Civil da Síria, mas a dinâmica se alterou significativamente após os ataques do Hamas e a subsequente demonstração de força militar por parte de Israel.

Entenda

O presidente dos Estados Unidos, Donald Trump, confirmou os ataques do país com Israel contra o Irã neste sábado (28). Trump descreveu a campanha militar como “massiva e contínua”, acrescentando que vidas americanas podem ser perdidas como resultado.

Trump afirma que o objetivo da ofensiva é “defender o povo americano” do que chamou de “ameaças do governo iraniano”. Em um vídeo publicado na rede social Truth Social, o presidente dos EUA disse que irá destruir os mísseis do Irã e garantir que o país do Oriente Médio não terá armas nucleares.

Um oficial israelense afirmou que o líder supremo do Irã, o aiatolá Ali Khamenei, foi alvo do ataque conjunto dos Estados Unidos e de Israel ao país iraniano neste sábado. A informação também foi confirmada à CNN por duas fontes próximas à operação militar.

Como resposta, o Irã atacou bases americanas nos Emirados Árabes Unidos, Catar, Bahrein, Kuwait e Arábia Saudita. Outros países atingidos até o momento são Jordânia e Iraque. Segundo a equipe da CNN, é um ataque sem precedentes no Oriente Médio.

Uma pessoa morreu após ser atingida por destroços em uma área residencial de Abu Dhabi, nos Emirados Árabes Unidos.



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