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O que se sabe sobre caso de estupro coletivo contra menina de 17 anos em MG


A Polícia Civil de Minas Gerais (PCMG) investiga um caso de estupro coletivo ocorrido contra uma adolescente de 17 anos no último sábado (13), no bairro Arvoredo, em Contagem, região metropolitana de Belo Horizonte.

Segundo o boletim de ocorrência, a jovem teria sido vítima de abusos sexuais por outros 4 adolescentes, todos com a mesma idade, em que ela acreditava serem seus amigos.

Como aconteceram os abusos?

A menina relatou à polícia que teria convidado um grupo de amigos para um churrasco com bebida alcoólica na casa da mãe, que não estaria na residência. Chegaram ao local, por volta das 18h, quatro meninos, duas amigas da vítima e o namorado de uma delas, que levou um outro jovem. Todos menores de idade.

Por volta de 23h, as amigas e o namorado foram embora. Os outros presentes continuaram consumindo bebidas alcoólicas, inclusive a vítima.

Logo depois disso, ela acredita que foi dopada, pois “apagou” e, quando acordou, estava sem suas roupas e com dois dos garotos em cima dela. O ato também estava sendo observado por um terceiro jovem, que presenciou todos os abusos.

O quarto menino não estava presente no momento em que ela retomou a consciência, mas confirmou a participação por mensagens no Whatsapp.

O que aconteceu após o estupro?

Após os abusos, os adolescentes foram embora e contataram a vítima logo depois por mensagens no Whatsapp.

Durante as conversas, todos confessaram a participação no estupro coletivo.

A jovem relatou ainda que, após dizer que iria prosseguir com a denúncia, ela começou a receber ameaças da mãe de um deles.

Na delegacia, a vítima foi encaminhada ao hospital, onde recebeu atendimento e um coquetel de remédios para prevenção de doenças sexuais.

Jovem não tinha relacionamento com nenhum deles

Segundo a adolescente, ela não tinha um relacionamento amoroso com nenhum dos envolvidos. Um dos garotos era seu amigo de infância e foi a partir dele que ela conheceu os outros meninos.

A Polícia Civil de Minas Gerais informou que continua investigando o caso. No entanto, ainda não há informação sobre o depoimento dos envolvidos na delegacia.

*Sob supervisão de



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