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Grupo hacker diz ter roubado dados sobre medicamentos da dona do Ozempic




Ozempic: caneta emagrecedora usada no tratamento contra diabetes e obesidade
Divulgação
Um grupo hacker afirmou nesta terça-feira (16) que roubou 1,3 terabyte de dados da farmacêutica dinamarquesa Novo Nordisk, conhecida por seus tratamentos para diabetes e obesidade como Ozempic e Wegovy.
Batizado de FulcrumSec e criado em outubro de 2025, o grupo disse que considera vender parte dos dados após não ter sucesso em uma tentativa de cobrar US$ 25 milhões para devolver o material à empresa.
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Os hackers atacaram os sistemas da Novo Nordisk em março e permaneceram infiltrados nas redes da empresa por dois meses até conseguirem uma lista com mais de 700 mil arquivos, segundo eles informaram ao site de segurança cibernética DataBreaches.Net.
A Novo Nordisk já tinha comunicado na última quinta-feira (11) que sofreu um incidente de segurança cibernética. Segundo a empresa, o ataque envolveu acesso não autorizado a um número limitado de sistemas internos e a dados pessoais de alguns pacientes de testes clínicos.
Agora no g1
O FulcrumSec disse que a invasão permitiu acesso a dados de 11.500 pacientes de testes clínicos e de milhares de funcionários, além de detalhes sobre instalações de processamento e modelos de inteligência artificial usados pela empresa.
O grupo afirmou ainda que teve acesso a dados como código-fonte da Novo Nordisk, dados sobre medicamentos lançados e não-lançados, documentos de ensaios clínicos, entre outros.
O FulcrumSec disse que não pretende compartilhar dados de funcionários e pacientes da Novo Nordisk nem sobre o funcionamento de sistemas usados nas instalações da empresa.
A Novo Nordisk disse à Reuters que “está ciente das alegações de que dados supostamente copiados externamente sem autorização de nossos sistemas foram publicados online”.
“Levamos este assunto a sério e mantemos a operação contínua de nossas principais plataformas. Estamos em contato com as autoridades competentes”, afirmou a empresa.



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