Veja as principais notícias no MODO STORIES
PSV conquista tricampeonato holandês após tropeço do rival
Homem é preso escondido em matal após atirar contra grupo em bar
“Estamos nos tornando indiferentes à violência”, alerta Papa Leão XIV
Oito apostas de Mato Grosso faturam prêmios na Lotofácil 3653
Mídia iraniana diz que EUA não resgataram tripulante desaparecido
As famílias que dizem terem sido enganadas por clínicas de fertilização: 'Quando meu filho nasceu, vi que algo estava errado'
Chapada dos Guimarães fatura a quina da Mega-Sena; Mato Grosso soma 118 premiados no sábado
GTA 5 e Hades 2 de graça, Digimon baratinho e mais! Veja as indicações de games da semana
NOVA MUTUM CLIMA
Publicidade Nova Mutum

Falsa esquerda escorrega e extrema direita empata projeções para segundo turno, diz pesquisa


A nova pesquisa eleitoral divulgada pela AtlasIntel neste dia 25 de fevereiro demonstra um cenário considerado preocupante pelo governo de turno encabeçado por Luiz Inácio (PT): este aparece tecnicamente empatado com o celerado Flávio Bolsonaro (PL). A pesquisa ouviu 4.986 pessoas e afirma possuir margem de erro de um ponto percentual.

Luiz Inácio, segundo a pesquisa, ganharia em todos os cenários de primeiro turno, mas aparece com 46,2% das intenções de voto no segundo turno. Enquanto isso, o filho do covardão Jair Bolsonaro (PL), condenado por suas agitações e preparativos para golpe de Estado, surge como melhor opção para 46,3% das pessoas que pretendem votar no segundo turno. 

A nova pesquisa apresenta uma queda abrupta de mais 2,4% nas intenções de voto para Luiz Inácio, que em janeiro aparecia com aprovação de 48,7%, em um cenário que já não contava com a presença do governador paulista Tarcísio de Freitas (Republicanos). Outros candidatos de direita e extrema direita, como Ronaldo Caiado (PSD) e Romeu Zema (Novo), mal chegam aos 5% e 5,7% das intenções de voto, segundo o levantamento. 

A desaprovação do presidente de turno parece ter avançado com o desenvolvimento da relação entre a cúpula de Luiz Inácio e grandes banqueiros, como Daniel Vorcaro, presidente do Banco Master, investigado por fraudes em licitações e na venda de ativos do banco em crise ao Banco de Brasília (BRB). Investigações chegam a dar conta que Gabriel Galípolo, indicado por Luiz Inácio à presidência do Banco Central, recebeu ao menos 17 visitas de Vorcaro durante o ano de 2025. A relação íntima com os banqueiros envolveu também a alta cúpula do Supremo, com o ministro Dias Toffoli sendo investigado por corrupção passiva e o vice-presidente Alexandre de Moraes, que teria se reunido intimamente com Vorcaro em sua mansão, em Brasília, sendo um possível frequentador da residência do banqueiro. 

O caso pareceu inflar a base bolsonarista, acostumada a se mobilizar com ataques ao STF e seus ministros, principalmente Alexandre de Moraes, relator do processo que condenou o pai de Flávio, Jair Bolsonaro, e sua cúpula de militares de extrema-direita por tentativa de golpe de Estado. 

Flávio Bolsonaro se dispõe como führer do latifúndio

Um fator que parece impulsionar a candidatura de Flávio Bolsonaro é seu histórico de defensor incondicional do armamento máximo do latifúndio e seus bandos paramilitares. Quando oficializou sua tentativa de candidatura à presidência do velho Estado, em dezembro, o filho do chefete da extrema direita e aspirante a herdeiro era considerado favorito em apenas três estados brasileiros: Rondônia, Acre e Roraima, localizados na Amazônia Ocidental, onde o terror latifundiário se confronta cotidianamente com a autodefesa camponesa.

Destes três estados, dois estão localizados na região de expansão da fronteira agrícola conhecida como AMACRO, onde o latifúndio agroexportador avança sobre o território de camponeses e povos indígenas. Durante o governo de turno do facínora Jair Bolsonaro, o governador de Rondônia, o ex-comandante geral da Polícia Militar de Rondônia (PM) Marcos Rocha, chegou a ficar conhecido por suas rotineiras visitas à Brasília e participações em reuniões de ministérios e, principalmente, com encontros com Flávio. 

Durante o governo de turno do Bolsonaro pai, invasões e ataques de paramilitares contra acampamentos e aldeias indígenas se tornaram rotina com total cumplicidade do governo da extrema direita. Ataques contra os povos Karipuna e Uru Eu Wau Wau por grupos paramilitares avançaram, com os indígenas dependendo apenas da própria organização e da solidariedade camponesa. 

O próprio Flávio Bolsonaro ganhou notoriedade entre o latifúndio rondoniense por se fazer presente no município de Nova Mutum Paraná (RO), no período anterior à emboscada criminosa do Batalhão de Operações Especiais da Polícia Militar de Rondônia (BOPE-RO) assassinar o destacado e reconhecido dirigente camponês da Liga dos Camponeses Pobres, Gedeon José Duque, em 2021. O próprio BOPE-RO mobilizou um verdadeiro cerco e ataque contra os camponeses no acampamento Tiago Campim dos Santos.

Governo de falsa esquerda semeia desconfiança das massas

Talvez procurando repetir o feito obscuro de Flávio Bolsonaro, Luiz Inácio se dirigiu ao estado de Rondônia no mesmo dia em que o BOPE-RO assassinou o camponês Raimundo Nonato de Souza Gomes, morador da Área Valdiro Chamas.

A queda nas pesquisas atuais é reflexo da frustração das massas populares, chamado “eleitorado” mais pobre, com o atual governo. Em pesquisa anterior, divulgada em 24 de outubro de 2025, também pela AtlasIntel, já demonstrara há meses que o governo tinha maior aprovação entre eleitores com renda familiar superior a R$ 10 mil (aproximadamente 64,6% aprovam a gestão) e desaprovação dominante entre pessoas com renda familiar de até R$ 2 mil, com apenas 6% nessa faixa aprovando a gestão; embora tivesse alta aprovação entre quem tem ensino superior completo (60,3%), o governo tinha baixa aprovação com quem tem apenas até o ensino médio completo (43,1%). Os mais pobres se afastam do governo, e isso está relacionado com suas promessas a esse público não cumpridas, porque precisa governar ao latifúndio e à grande burguesia.

Contrariando as promessas de Luiz Inácio por demarcação de todas as Terras Indígenas (TI) e avanço da dita “reforma agrária”, o governo de turno iniciado em 2023 ficará conhecido por administrar o período de generalização de bandos paramilitares e seus ataques rotineiros contra camponeses e povos indígenas. O próprio bando paramilitar “Invasão Zero” chegou a realizar livremente um encontro nacional, tendo como ponto de encontro um luxuoso hotel no extremo sul da Bahia, estado governado por Jerônimo Rodrigues (PT), aliado e membro do partido de Luiz Inácio. Na realidade, o que se generalizou foi o avanço da autodefesa camponesa e a autodemarcação de terras indígenas, processo no qual os povos originários se desiludem das promessas governistas e retomam parcelas do território historicamente roubado pelo latifúndio. 

A revogação da Reforma Trabalhista de 2017, causa originária da escala 6×1, ou à jornada 4×4, na qual o proletariado é submetido a 48 horas de trabalho semanal executadas em quatro escalas seguidas de até 12 horas cada, não foi levada adiante. Essa é apenas uma das promessas não cumpridas, de muitas outras.

Jornal

Adquira aqui seu exemplar da edição impressa do jornal A Nova Democracia!   EDIÇÃO IMPRESSA DO JORNAL A NOVA DEMOCRACIA Ano XXIIV –  Nº 260 – Outubro a Dezem…



Source link

Publicidade Publicidade Alerta Mutum News

Related Post

Deixe um comentário

O seu endereço de e-mail não será publicado. Campos obrigatórios são marcados com *

Logo Alerta Mutum News