Veja as principais notícias no MODO STORIES
Minerva Foods diversifica negócios e aposta em azeite extravirgem
Messi volta e marca gol em Argentina x Islândia!
Descubra como o Inter pode simplificar o seu dia a dia
Seu Android está te espionando? 5 ajustes para se proteger
Logitech lança mouse dobrável Mobi Fold e apresentador com feedback háptil
PL aposta em análise rápida e definição de parâmetros a pesquisas no TSE
Polícia Civil cumpre 48 ordens em MT contra quadrilha do golpe do Falso Executivo
Demanda recorde dos EUA abre espaço para avanço da carne bovina brasileira
NOVA MUTUM CLIMA
Publicidade Nova Mutum

“Se o Líbano fosse moeda de troca, teríamos acordo há muito tempo”, diz Irã


O ministro das Relações Exteriores do Irã, Abbas Araghchi, rejeitou neste sábado (6) as declarações do presidente libanês, Joseph Aoun, de que “o Líbano é moeda de troca para Teerã” em negociações com os Estados Unidos.

“Se o Líbano fosse uma moeda de troca, já teríamos um acordo há muito tempo”, publicou Araghchi no X.


“Com base nos comentários do Sr. Aoun, alguém pensaria que é o Irã que ocupou 1/5 do Líbano, deslocou 1/4 dos libaneses e bombardeia seu país diariamente. Salve o Líbano do seu verdadeiro inimigo, Sr. Presidente”, declarou Araghchi.

O posicionamento do chanceler iraniano acontece em resposta as críticas feitas pelo presidente do Líbano, Joseph Aoun, ao Irã.

Em entrevista exclusiva à CNN na sexta-feira (5), Aoun acusou o país de explorar sua nação como moeda de troca na guerra contra os Estados Unidos e Israel.

Na entrevista, Aoun exigiu que o regime iraniano pare de interferir nos assuntos libaneses e também afirmou que o povo libanês está “farto” da guerra entre Israel e o Hezbollah.

Dirigindo-se ao Irã, o presidente disse: “Vocês não estão tentando nos ajudar… o povo do Líbano está pagando o preço… em nome de seus próprios interesses”, acrescentando: “nossos interesses… não coincidem com os seus”.

Aoun também direcionou críticas à Guarda Revolucionária Islâmica, a força militar do Irã, dizendo: “Este não é o seu país, é o nosso país”.

Nesta madrugada, os Estados Unidos afirmaram que interceptaram mísseis balísticos e drones lançados pelo Irã em direção ao Kuwait e ao Bahrein.

O Irã disse que atingiu bases em ambos os países, o que os Estados Unidos negam. “Não há relatos de danos a militares americanos até o momento, e as alegações iranianas de danos ao quartel-general da Quinta Frota dos EUA no Bahrein são falsas”, afirmou o Comando Central.

Relembre como começou a guerra no Irã

No dia 28 de fevereiro, o presidente dos Estados Unidos Donald Trump anunciou um ataque “de grande escala” ao Irã, afirmando que o principal objetivo do país era “defender o povo americano, eliminando as ameaças iminentes do regime iraniano”.

Segundo ele, essas ameaças incluíam o programa nuclear de Teerão – um ponto de atrito recorrente que também tem dificultado as negociações mais recentes para pôr fim aos combates.

Os ataques conjuntos dos EUA e de Israel contra o Irã — que resultaram na morte do então líder supremo, o aiatolá Ali Khamenei — causaram milhares de mortos em todo o país e danos a dezenas de museus, edifícios históricos e sítios culturais, segundo veículos de imprensa e autoridades iranianas.

Em resposta, o Irã lançou uma série de ataques retaliatórios em todo o Oriente Médio e fechou efetivamente o Estreito de Ormuz, uma via navegável estratégica onde passa cerca de 20% do petróleo mundial.

Semanas antes do início da guerra, o governo Trump realizou o maior acúmulo militar no Oriente Médio desde a invasão do Iraque em 2003, desencadeando alertas sobre a escalada da violência regional caso um conflito eclodisse.

Ao mesmo tempo, enviados dos EUA mantinham conversas regulares com o Irã sobre um possível novo acordo nuclear. Mas essas negociações não foram capazes de evitar uma ação militar, com Trump acusando o Irã na época de rejeitar “todas as oportunidades de renunciar às suas ambições nucleares”.

O início da guerra em fevereiro também ocorreu após protestos em massa contra o regime no Irã no mês anterior, alimentados pelo descontentamento econômico em meio ao aumento vertiginoso dos custos.

 



Source link

Publicidade Publicidade Alerta Mutum News

Related Post

Deixe um comentário

O seu endereço de e-mail não será publicado. Campos obrigatórios são marcados com *

Copa do Mundo 2026
Calculando...
Logo Alerta Mutum News