No Brasil, o custo é uma barreira adicional, sobretudo para o sistema público. E, por enquanto, o resultado negativo não dá respaldo científico para incorporar o exame ao rastreamento de rotina, como hoje se faz com mamografia ou Papanicolau. Falta, principalmente, tempo: os participantes foram acompanhados por apenas três anos, e ainda não se sabe se a antecipação dos diagnósticos vai se traduzir em mais vidas salvas.

