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Soja tem melhor cotação em três meses, com apoio da demanda


No mercado internacional, os contratos futuros da soja trabalham em viés positivo, rumo ao terceiro dia seguido de valorização. O contrato com vencimento em maio, na bolsa de Chicago, acumula alta de quase 10% em um mês.  

Apesar das incertezas em relação a China dados do TradingView, mostram que a oleaginosa atingiu a melhor cotação em três meses impulsionada pelo otimismo com a demanda por biocombustíveis no mercado interno nos Estados Unidos no monto de alta do petróleo.

No Porto de Paranguá, PR, a cotação teve um leve recuo de 0,28%. Com a saca negociada a R$ 126,17. A alta acumulada no mês é de 1%.

Dentro do Brasil, o mais recente levantamento da Conab (Companhia Nacional de Abastecimento) mostra que 32,3% das lavouras de soja foram colhidas no Brasil. Esse ritmo está abaixo da média registrada nos últimos cinco anos, de 36%. O excesso de chuvas na maior parte das regiões produtoras tem atrasado o avanço dos trabalhos.

Em Goiás, ainda de acordo com a Conab, a colheita avança mas em algumas regiões a qualidade dos grãos já é afetada pelo excesso de chuva. No Paraná o tempo seco nos últimos dias favorece a maturação e o avanço da colheita, mas afeta o potencial produtivo das áreas em enchimento de grãos. 

MILHO  

Os contratos futuros do milho trabalham em viés de alta em Chicago com o contrato de maio em ligeira alta de 0,34% nesta quinta-feira (26).  

Já na Bolsa Brasileira (B3) os preços futuros do milho registram alta de 4,8% no mês. O avanço poder ser comprometido pelo câmbio. A desvalorização do dólar ante o real, na menor cotação desde maio de 2024, reduz a competitividade do grão brasileiro no mercado externo.  

CAFÉ  

A produção mundial de café deve atingir 180 milhões de sacas na safra 2026/2027. A maior oferta já registrada, de acordo com relatório ⁠do Rabobank. 

As boas condições do clima ⁠no Brasil fizeram o banco holandês elevar a projeção global. A Conab projeta produção recorde de 66,2 milhões de sacas. Já a corretora Eisaestima que a nova safra brasileira de café alcance 75,8 milhões de sacas. 

O aumento da oferta global, ‌somado ao fluxo ⁠constante de ‌café para armazéns certificados pela ICE Futures (bolsa de Nova York), refletem nas cotações. Ainda de acordo com o Rabobank ⁠a venda de fundos “acelerou a queda dos preços que podem se recuperar no curto prazo”.  

O preço do café arábica atingiu esta semana o menor valor nos últimos 15 meses nesta quarta-feira (25). O contrato de maio, na bolsa de Nova York, chegou a ser contato a US$ 2,7581 por libra-peso, com leve recuperação no fim do pregão. Nesta manhã a cotação trabalha com viés de nova queda, próximo aos US$ 2,80 por libra-peso.  

No Indicador Cepea o café arábica é cotado a R$ 1.796 a saca, com queda acumulada de 14,25% no mês de fevereiro. 

O grande volume de café produzido vai refletir nas exportações brasileiras. É a avaliação da consultoria Hedgepoint Global Markets. O Brasil deverá exportar entre 45,5 milhões a 46,8 milhões de sacas. Alta de 8,3% a 11,4% na comparação com o ciclo anterior quando foram embarcadas 42 milhões de sacas.  

 



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