De acordo com a Polícia Civil, a investigação começou em 2023 e identificou um grupo com funções divididas para atuar dentro e fora do sistema prisional. Segundo a polícia, o principal alvo era responsável por organizar a venda ilegal de armas, como pistolas e espingardas, além de coordenar a entrada de celulares na Penitenciária Central do Estado (PCE), em Cuiabá.

