Autoridades congolesas afirmam que os corpos das vítimas podem continuar altamente contagiosos após a morte, aumentando o risco de transmissão durante funerais e rituais de sepultamento. Por isso, o governo determinou que o enterro de vítimas suspeitas seja realizado, sempre que possível, pelas autoridades sanitárias. Na sexta-feira (22), também foram proibidos velórios e aglomerações com mais de 50 pessoas no nordeste do Congo, em uma tentativa de conter o avanço da doença.
OMS alerta que é ‘provável’ que surto de Ebola fique mais grave e registra 220 mortes suspeitas











