Veja as principais notícias no MODO STORIES
Reunião com bancada do agro termina sem acordo sobre dívidas rurais
Após decisão judicial, Le Pen diz que concorrerá à Presidência da França
Número de acidentes com a rede elétrica cresceu no Brasil em 2025
Família da escultora Conceição dos Bugres apresenta suas obras no Rio
Motorista babado é preso após dirigir na contramão e bater em carreta
O empreendedor do Cerrado | CORREIO DO AR
Malu Borges mostra primeiro encontro de Bebel com irmã recém-nascida; veja
Ainda na primeira etapa, Lionel Messi desperdiçou a cobrança de pênalti que pode…
NOVA MUTUM CLIMA
Publicidade Nova Mutum

Sem acordo, ação pode partir tanto dos EUA quanto do Irã, diz especialista


O professor de Ciências Militares da Eceme Sandro Teixeira Moita avaliou o atual estágio do conflito entre Irã e Estados Unidos durante entrevista ao WW. Segundo ele, sem um acordo firmado ao fim do cessar-fogo de seis semanas, uma ação militar pode partir de qualquer um dos dois lados.

Moita confirmou como plausível a informação, veiculada pela CNN Internacional e pelo New York Times com base em briefings de inteligência americana, de que o Irã teria preservado cerca de 70% de sua capacidade militar. “É possível”, afirmou o especialista, lembrando que o país se preparou estrategicamente para o conflito com os Estados Unidos — e não apenas para o embate com Israel.

Lições da “Guerra dos 12 Dias”

O conflito de junho do ano passado, conhecido como “Guerra dos 12 Dias“, teria fornecido ao Irã uma série de lições táticas. Entre elas, a necessidade de pulverizar arsenais e estruturas de comando, além de exigir que cada figura de liderança da República Islâmica designasse quatro sucessores.

Moita destacou ainda que mesmo sob ataques de Israel e dos Estados Unidos, o Irã conseguiu manter a produção de drones. Segundo informações noticiadas pela própria imprensa israelense, em alguns casos os iranianos conseguiam reabrir o acesso a áreas de estoque de mísseis apenas 12 horas após um ataque e já iniciavam a retirada do material para uso.

 

Dois lados se percebem como vencedores

De acordo com o professor, o conflito apresenta três problemas centrais. O primeiro é a dificuldade em determinar a extensão real das capacidades militares iranianas. Os outros dois são interligados: tanto o Irã quanto os Estados Unidos se percebem como vencedores do confronto.

“Os americanos porque conseguiram impor muitos danos ao Irã, e o Irã porque conseguiu resistir ao assalto israelo-americano”, explicou o especialista. Essa divergência de perspectivas tem gerado travamentos nas negociações de paz.

Moita alertou que o conflito se aproxima de um momento decisivo. Caso não haja uma ruptura que leve a um acordo, é “muito provável” que se retome uma ação militar, ainda que episódica, por parte de Israel e dos Estados Unidos. Ele acrescentou que os israelenses têm pressionado os americanos nesse sentido neste momento do conflito.



Source link

Publicidade Publicidade Alerta Mutum News

Related Post

Deixe um comentário

O seu endereço de e-mail não será publicado. Campos obrigatórios são marcados com *

Copa do Mundo 2026
Calculando...
Logo Alerta Mutum News