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Trump acena para Taiwan e pode causar conflito com a China


Donald Trump afirmou na quarta-feira (20) que está disposto a conversar diretamente com o presidente de Taiwan, Lai Ching-te, sobre a possibilidade de venda de armas para a ilha asiática. O movimento pode gerar um grande conflito diplomático com a China, visitada recentemente pelo republicano.

Questionado se ligaria para o líder taiwanês antes de uma definição a respeito do envio dos armamentos, aprovado pelo Congresso, o presidente dos Estados Unidos disse que não via problema em fazer a ligação. “Falarei com ele. Eu falo com todo mundo”, respondeu.

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Por que isso afeta a relação entre EUA e China?

O aceno de Trump para Taiwan pode representar um afastamento significativo da tradição diplomática, como destaca a BBC. Os presidentes dos dois países não se falavam diretamente desde 1979, quando os EUA cortaram relações formais com a ilha, reconhecendo o governo chinês.

  • Em 2016, no seu primeiro mandato, Trump ligou para a então líder local, Tsai Ing-Wen, parabenizando-a pela vitória nas eleições;
  • A China, que reivindica Taiwan como seu território e não descarta o uso da força para tomá-lo, se irritou com o contato, enquanto a Casa Branca reiterou o respeito a Pequim;
  • Mas essa nova possibilidade de conversa volta a aumentar a tensão entre americanos e chineses, principalmente por ser levantada poucos dias após Trump se encontrar com Xi Jinping;
  • Na ocasião, o presidente da China alertou que a manutenção de uma boa relação com os EUA passa, também, pela forma como Washington lida com o impasse envolvendo Taiwan.
As tensões entre EUA e China podem voltar a aumentar poucos dias após a cúpula em Pequim. (Imagem: China Pool/Getty Images)

Apesar do rompimento no final dos anos 1970, americanos e taiwaneses continuaram a se relacionar informalmente, garantindo o fornecimento de armas de defesa para a ilha. O acordo mais recente é de US$ 14 bilhões (R$ 70 bilhões pela cotação atual).

Considerado um dos maiores já solicitados, o pacote incluiria sistemas de defesa aérea e equipamentos para se proteger contra ataques de drones, entre outros armamentos. Trump ainda não se decidiu sobre a negociação.

O que disseram China e Taiwan?

Manifestando-se por meio do Ministério das Relações Exteriores, a superpotência asiática afirmou ser contra qualquer “intercâmbio oficial” entre Washington e Taipei. Além disso, criticou a venda de armas para a ilha.

O país também pediu aos EUA que parem de “enviar sinais errados às forças separatistas em Taiwan”. Anteriormente, o Ministério da Defesa da China disse que o governo da ilha cria um cenário de ilusão ao buscar a independência apelando para forças externas.

Lai, por sua vez, comentou que ficaria feliz em conversar com Trump por telefone. No entanto, a ligação entre os dois presidentes ainda não foi agendada, como relata o The Guardian.

Sede de uma das maiores fabricantes de semicondutores do mundo, Taiwan condenou acusados de roubar segredos comerciais da TSMC a até 10 anos de prisão. Saiba mais nesta matéria.



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