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Mixtape não será removido das lojas por conta de músicas licenciadas, segundo diretor


Os desenvolvedores de Mixtape, novo indie de sucesso da Annapurna, negaram as alegações de que o jogo poderia ser retirado das lojas digitais no futuro por conta de seu extenso uso de músicas licenciadas. Segundo o estúdio Beethoven & Dinosaur, todas as licenças musicais do jogo foram negociadas em caráter perpétuo.

A preocupação surgiu entre os fãs pelo fato de Mixtape ser fortemente construído em torno de artistas como The Smashing Pumpkins, Devo, Iggy Pop e Alice Coltrane — músicas que integram diretamente o design das fases e a narrativa do jogo. Casos semelhantes no passado resultaram na remoção de outros títulos das plataformas após o vencimento dos acordos de licenciamento.

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A Annapurna foi direta ao rebater as especulações: “Ouvimos algumas pessoas dizerem que a Mixtape seria retirada das plataformas devido ao vencimento das licenças musicais. Isso é mentira”, publicou a publisher no X.

Mixtape não terá problemas com músicas licenciadas, garante Annapurna

Em entrevista ao Kotaku, o diretor de Mixtape, Johnny Galvatron, explicou que o estúdio garantiu as licenças em caráter perpétuo, o que diferencia o jogo de outros títulos que enfrentaram problemas semelhantes no passado. A declaração foi corroborada posteriormente pela própria Annapurna por meio de comunicado nas redes sociais.

O processo de obtenção das músicas também foi detalhado na entrevista. A equipe chegou a usar Pink Floyd como um “teste de limites” para avaliar o que seria viável licenciar, mas desistiu quando soube que a aprovação da banda seria improvável.

Para as demais faixas, o produtor Woody Woodward afirmou que o estúdio conseguiu “praticamente tudo o que pediu”. A dinâmica com as bandas envolveu um nível de engajamento direto com os artistas. Galvatron, inclusive, descreveu como funcionou o processo com o Smashing Pumpkins.

“Há tantos momentos no jogo em que Stacy vira a tela e diz: ‘Este é o Smashing Pumpkins, e é foda pra caralh*’. Você manda isso para o [vocalista] Billy Corgan e ele responde: ‘Este é o Smashing Pumpkins e é foda pra caralho mesmo. Sim, eles podem fazer isso. Tudo bem'”.

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Ambientado na década de 1990, Mixtape foi desenvolvido pela mesma equipe responsável pela premiada série The Artful Escape e acompanha três amigos do ensino médio em sua última festa juntos, com a música como elemento central da narrativa.

A integração entre trilha sonora e gameplay é tão profunda que destacamos na análise do Voxel que “as músicas funcionam como máquinas do tempo. E sobre perceber, já adulto, que algumas das melhores noites da sua vida aconteceram sem você saber que eram especiais naquele momento”.

Estúdio evitou adicionar modo streamer em Mixtape para não comprometer a experiência

Muitos jogos modernos incluem um modo streamer em suas configurações, que substitui músicas licenciadas por faixas aprovadas para transmissão ao vivo, permitindo que criadores de conteúdo joguem na Twitch e outras plataformas sem risco de violação de direitos autorais. Mixtape, no entanto, não conta com esse recurso — e o estúdio explicou o motivo.

Em publicação no X, a Annapurna afirmou que a música licenciada é tão essencial para a experiência que removê-la ou substituí-la comprometeria a essência da história. “Mixtape é sobre música. É sobre Devo. É sobre Smashing Pumpkins, Lush e Alice Coltrane. É sobre como você se sente quando ouve Iggy Pop“, escreveu o estúdio.

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A justificativa foi direta: “Os personagens falam sobre as músicas. As fases são projetadas em torno das músicas. Não podíamos mudar as músicas. Não podíamos substituí-las. Simplesmente não dava”. O comunicado ainda citou David Gray para encerrar o argumento: “Sua alma é a única coisa com a qual você não pode ter compromisso — e a música é a alma de Mixtape“.

A decisão, certamente, pode limitar o alcance do jogo entre criadores de conteúdo, mas reflete a postura do estúdio de priorizar a integridade artística da experiência em relação à acessibilidade para o streaming.

Você já jogou Mixtape? Conta pra gente nas redes sociais do Voxel o que achou da experiência!



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